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Por que a Conciliação das vendas por cartão deve ser tratada com prioridade pelo empresário?

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A conciliação de cartões para pequenas empresas é uma prática essencial para a saúde financeira do negócio. Sem controle das receitas recebidas por meio de cartões de crédito e débito, fica impossível prever o fluxo de caixa futuro, acompanhar o faturamento e saber o montante que foi cobrado de taxas pelas empresas de cartões. e contabilizar os lucros da operação.

Um sistema de gestão que conecta as áreas da sua empresa: do financeiro ao comercial

O processo é trabalhoso, exige tempo e dedicação, mas o esforço vale a pena. Neste artigo, você vai entender as bases para fazer uma conciliação de cartões perfeita.

Também terá acesso a uma planilha gratuita e funcional. Com dicas práticas, você vai aprender a utilizar essa ferramenta – e nunca mais vai ficar na dúvida sobre valores a receber, seja de crédito, débito ou vale-refeição. Vamos lá?

O que é a conciliação de cartões

Em poucas palavras, a conciliação de cartões é a ação de conferir e validar as informações sobre a venda de produtos por meio de cartões de crédito e débito com o controle de vendas da sua empresa e com os respectivos valores a receber por cada transação.

Na prática, significa dizer que você vai conferir, operação por operação, se o registro de vendas da sua empresa condiz com as informações repassadas pela máquina de cartão de crédito que você contratou – que será chamada neste texto de adquirente.

Imagine, por exemplo, que você fez três vendas no mesmo dia, para diferentes clientes, que usaram diferentes cartões. Um deles pagou no débito, outro pagou no crédito, em quatro vezes, e outro pagou no cartão do vale-refeição. São três operações com taxas e diferentes, cujo valor será repassado para a conta da sua empresa em datas diferentes. Como controlar?

A conciliação de cartões para pequenas empresas garante o acompanhamento atualizado por parte do empreendedor, para que ele saiba exatamente quanto vai receber, quando e quanto vai pagar de taxa em cada operação.

Se você não tiver essas informações, jamais irá administrar o fluxo de caixa da empresa, porque simplesmente não terá dados suficientes para isso. É a saúde financeira do seu negócio que está em jogo.

Cinco motivos que tornam a Conciliação das vendas por cartão obrigatório para as empresas de todos os portes e segmentos:

1. Cobranças indevidas

Os processos de captura, autorização, provisionamento e liquidação financeira dos recebíveis de cartões são bastante complexos e contam com a integração de diferentes empresas e tecnologias envolvendo adquirentes, bandeiras, emissores e bancos. Não é raro encontrar casos onde houve um débito duplicado ou cobrança por uso de tecnologia que não foi contratada pelo estabelecimento ou ainda casos de aplicação errada da taxa de administração e até mesmo de pagamentos devidos que não foram realizados.

2. Fraudes

Atualmente ninguém está imune a fraudes, sejam elas internas ou externas. Se no e-commerce é importante se proteger contra fraudes por uso indevido do cartão, que resultam em prejuízo dobrado (perda do produto e ainda débito por chargeback), no varejo as fraudes podem acontecer por causa de operadores e vendedores mal intencionados que simulam vendas para depois cancela-las ou mesmo registram vendas que nunca aconteceram.

3. Fluxo de caixa

Ter visibilidade sobre fluxo de recebimentos futuros, adequar e atender necessidades pontuais de caixa e ainda ter em mãos informações confiáveis parar auxiliar na tomada de decisão, são algumas das principais ferramentas das quais todo gerente financeiro deve ter a sua disposição.

4. Produtividade

Poder fazer mais com menos, automatizar tarefas repetitivas e burocráticas, evitar erros no preenchimento de planilhas e contabilização de valores, reduzir custos e ainda aumentar a qualidade do serviço final são metas que devem ser perseguidas por toda empresa, principalmente em um departamento tão importante quanto o departamento financeiro.

5. Imagem da empresa

Pode soar estranho falar em imagem da empresa quando o assunto é conciliação de vendas com cartões, porém um dos maiores motivos de reclamação em órgãos de defesa do consumidor e sites de reclamação na web refere-se justamente as cobranças indevidas no cartão. Fazer uma boa gestão das vendas com cartões é também, cuidar bem da imagem da empresa no mercado em que ela atua, afinal de contas, em tempos de redes sociais e informação na velocidade da luz, ninguém quer fazer propaganda negativa da própria empresa.


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Sancionada lei do novo Cadastro Positivo

Com a modernização do texto, Brasil se junta a modelos internacionais bem-sucedidos ao reduzir assimetria de informações, favorecendo consumidores e empresas, e garantindo o sigilo de dados previsto em lei

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta segunda-feira (08/04), a lei que desburocratiza as regras do Cadastro Positivo. O texto havia sido aprovado nos Plenários da Câmara dos Deputados no dia 20 de fevereiro e do Senado Federal no dia 13 de março. Na avaliação da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil, o novo texto deve democratizar o acesso ao crédito e estimular a competição entre instituições financeiras e varejo.

O Cadastro Positivo é uma política pública prevista na Agenda BC+, do Banco Central do Brasil, com o objetivo de reduzir o custo do crédito no país. Ele consolida o histórico de crédito de pessoas físicas e jurídicas, por meio de bancos de dados com informações do cumprimento de obrigações financeiras, dos pagamentos de dívidas e contas de concessionárias de serviços continuados, como água, luz, gás, esgoto e telecomunicações. Os bancos de dados são operados por instituições autorizadas pelo Banco Central, entre as quais o SPC Brasil, braço de produtos e serviços do Sistema CNDL.

De acordo com o novo texto, todos os consumidores brasileiros que possuem CPF ativo e empresas inscritas no CNPJ passam a fazer parte automaticamente do cadastro, garantindo também a possibilidade de o cadastrado pedir a sua exclusão a qualquer tempo e de forma gratuita. O retorno ao Cadastro Positivo é permitido mediante solicitação aos gestores dos bancos de dados também a qualquer momento e sem custo algum.

A partir da publicação da lei no Diário Oficial da União, começam a contar os prazos para uma ampla divulgação à população sobre o novo modelo do Cadastro Positivo, e para que seja feito o compartilhamento das informações de hábitos de pagamentos dos consumidores entre instituições financeiras e gestores de banco de dados.

Benefícios para consumidores e empresas – A principal consequência da nova lei será tornar o acesso ao crédito mais fácil e com juros menores para consumidores e empresas que honram seus compromissos financeiros, pois permitirá que informações atualmente não disponíveis consideradas em uma avaliação de crédito passem a ser consideradas, possibilitando uma avaliação de risco mais justa e individualizada.

Para o presidente da CNDL, José César da Costa, a reformulação das regras do Cadastro Positivo favorecerá mais a assertividade nos processos para análise e concessão de crédito, como, por exemplo, financiamentos, empréstimos e compras a prazo.

“O Cadastro Positivo eleva o Brasil ao patamar de nações do primeiro mundo que já usam o modelo, assim como Estados Unidos e União Europeia. As novas regras permitirão, principalmente, que micro e pequenos empresários tenham acesso a informações já utilizadas por instituições financeiras de grande porte, gerando maior segurança no processo de concessão de crédito e estimulando a competição na oferta de crédito entre fintechs, cooperativas, pequenas financeiras e empresas do varejo”, explica Costa.

“Um dos motivos das taxas de juros serem altas e de não haver flexibilização dos prazos para pagamentos é a ausência de algumas informações sobre hábitos de pagamento dos consumidores. Atualmente, o bom pagador é penalizado pelo inadimplente, fazendo com que os juros sejam elevados para todos, independentemente do seu comportamento financeiro. Com as novas regras, a análise passa a considerar o histórico de bom pagador e não apenas restrições pontuais, o que é mais justo”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

Score de crédito – Com o novo Cadastro Positivo, pessoas físicas e jurídicas terão um score de crédito, ou seja, uma nota determinada a partir da análise estatística dos hábitos de pagamento, do relacionamento com o mercado e dos dados cadastrais.

Para quem consulta, apenas o score de crédito estará visível. O histórico de hábitos de pagamentos do cadastrado só será disponibilizado mediante prévia autorização.

No histórico de pagamentos ou na composição do score não serão incluídos elementos relacionados à origem social, etnia, saúde, informações genéticas, sexo e convicções políticas, religiosas e filosóficas.

Dados pessoais – A proteção de dados sensíveis e o sigilo bancário permanecem preservados, como todas as demais exigências previstas no Código de Defesa do Consumidor, garantindo que as informações dos cadastrados sejam utilizadas única e exclusivamente para fins de análise de crédito.

Sobre a CNDL – Criada em 1960, a CNDL é formada por Federações de Câmaras de Dirigentes Lojistas nos estados (FCDLs), Câmaras de Dirigentes Lojistas nos municípios (CDLs), SPC Brasil e CDL Jovem, entidades que, em conjunto, compõem o Sistema CNDL. É a principal rede representativa do varejo no país e tem como missão a defesa e o fortalecimento da livre iniciativa. Atua institucionalmente em nome de 500 mil empresas, que juntas representam mais de 5% do PIB brasileiro, geram 4,6 milhões de empregos e movimentam R$ 340 bilhões por ano.

Sobre o SPC Brasil – Há 60 anos no mercado, o SPC Brasil possui um dos mais completos bancos de dados da América Latina, com informações de crédito de pessoas físicas e jurídicas. É a plataforma de inovação do Sistema CNDL para apoiar empresas em conhecimento e inteligência para crédito, identidade digital e soluções de negócios. Oferece serviços que geram benefícios compartilhados para sociedade, ao auxiliar na tomada de decisão e fomentar o acesso ao crédito. É também referência em pesquisas, análises e indicadores que mapeiam o comportamento do mercado, de consumidores e empresários brasileiros, contribuindo para o desenvolvimento da economia do país.

 

 

Foi publicado hoje, 15 de março, o novo Edital de Credenciamento do Sebraetec 4.0

Aberto para empresas e instituições com e sem fins lucrativos

O novo Edital de Credenciamento do Sebraetec 4.0, que está sendo lançado hoje, dia 15 de março, é aberto para empresas e instituições com e sem fins lucrativos.

O documento apresenta mais de 20 produtos (Fichas Técnicas) e, em breve, mais 15 itens, que estão sob a análise do Sebrae Nacional (NA), farão parte do portfólio. Além disso, o Sebrae Minas propôs outros 10 novos produtos, resultado do esforço de várias Unidades/Regionais da instituição, que estão submetidos à análise do NA.

Pessoas jurídicas podem se inscrever, a partir de hoje (15/3), na 1ª Etapa do Edital de Regulamentação e Credenciamento do SEBRAETEC em Minas Gerais, com a possibilidade de se tornarem prestadores de serviços de Inovação e Tecnologia para o Sebrae Minas.

Antes de se inscreverem, as empresas devem acessar o link http://bit.ly/sebraetecmg e obter todas as informações.

ALTERAÇÕES DE DESTAQUE DO SEBRAETEC:

1. Redução dos valores dos produtos, com expectativa de pregão para o 2º semestre.

2. Empresas de mercado com fins lucrativos agora podem se candidatar para prestação de serviços no Sebraetec, assim como permanecem as entidades sem fins lucrativos.

3. Simplificação e otimização de processos para que as Unidades/Regionais demandantes tenham mais autonomia na coordenação das demandas.

4. Critérios mais rígidos de credenciamento, acompanhamento de projetos e descredenciamento.

5. Projetos de baixa complexidade (oficinas e diagnósticos) não serão mais realizados pelo Sebraetec.

6. Interação contínua com as Unidades Internas para a criação do portfólio do Sebraetec.

Seja um agente de mobilização da inovação e compartilhe essa informação. Para outras informações, entre em contato com a equipe da Unidade de Inovação e Competitividade, que pode dar orientações sobre as novas regras do Sebratec.

Dúvidas, sugestões ou críticas podem ser enviadas O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

Definidas as datas para a utilização da nota fiscal de consumidor eletrônica - NFC-e

As ACIP/CDL informam aos seus associados que foi publicada pela Secretária de Estado da Fazenda de Minas Gerais a Resolução nº 5234 de 5 de fevereiro de 2019 para definir as datas para a utilização obrigatória da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica – NFC-e.

A Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica - NFC-e é o documento digital, expedido e armazenado eletronicamente, com a finalidade de documentar operações e prestações comerciais, com entregas imediatas ou em domicílio, destinadas aos consumidores finais não contribuintes do ICMS, exceto quando se tratar de comércio eletrônico (e-commerce).

A NFC-e terá a mesma validade jurídica dos cupons emitidos pelo Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), mas em formato digital, possibilitando a impressão em qualquer não fiscal e o acesso ao documento por dispositivos móveis, como smartphones, tablets e notebooks em tempo real, além de conferir mais transparência às informações como a conferência da validade e autenticidade do documento fiscal recebido.

PROGRAMAÇÃO DE VIGÊNCIA DA OBRIGAÇÃO:

DATA

EVENTO/ EXIGÊNCIA

1º março de 2019

Contribuintes que se inscreverem no Cadastro de Contribuintes de MG a contar de sua inscrição.

1º de abril de 2019

Contribuintes:

  1. Enquadrados no código 4731-8/00 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE – (comércio varejista de combustíveis para veículos automotores);
  1. Cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018 seja superior ao montante de R$100.000.000,00 (cem milhões de reais);

1º de julho de 2019:

Contribuintes cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018 seja superior ao montante de R$15.000.000,00 (quinze milhões de reais), até o limite máximo de R$100.000.000,00 (cem milhões de reais);

1º de outubro de 2019

Contribuintes cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018 seja superior ao montante de R$ 4.500.000,00 (quatro milhões e quinhentos mil reais), até o limite máximo de R$15.000.000,00 (quinze milhões de reais);

1º de fevereiro de 2020

Contribuintes:

  1. Cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018 seja inferior ou igual ao montante de R$ 4.500.000,00 (quatro milhões e quinhentos mil reais);
  2. Demais contribuintes.
 

A utilização de Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, exclusivamente para acobertar as operações realizadas fora do estabelecimento, poderá continuar até 28 de fevereiro de 2020.

Como identificar a receita bruta, para fins da obrigação:

Considera-se receita bruta anual relativa a todos os estabelecimentos da empresa localizados no Estado de Minas Gerais, o produto da venda de bens e serviços nas operações por conta própria, o preço dos serviços prestados, mesmo que não sujeitos ao ICMS, e o resultado auferido nas operações por conta alheia.

Se o período de atividade do contribuinte for inferior a um ano, o limite de receita bruta, para os fins da obrigatoriedade será apurado proporcionalmente ao número de meses de exercício da atividade, considerado o ano-base de 2018.

A redução do faturamento em ano civil posterior a 2018 não desobriga o contribuinte da emissão da NFC-e na data de obrigatoriedade prevista.

Não se incluem na receita bruta:

  • O Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI;
  • As vendas canceladas e,
  • Os descontos incondicionais concedidos.

Adesão espontânea

A partir de 1º de março de 2019, o contribuinte que ainda não estiver obrigado, mas se quiser, poderá adotar o sistema da nota fiscal de consumidor eletrônica, mediante seu credenciamento. É importante lembrar que, uma vez credenciado ao sistema, o contribuinte não poderá desistir, sujeitando-se a todas as normas relativas à nota fiscal de consumidor eletrônica.

Prazo para o uso do ECF – Emissor de Cupom Fiscal:

O contribuinte já autorizado a utilizar o ECF, poderá continuar o seu uso por até nove meses, após o credenciamento para emissão da NFC-e ou, iniciado o período de obrigatoriedade, ou até que finde a memória do equipamento, o que ocorrer primeiro, devendo, ainda, cumprir todas as obrigações acessórias a ele relacionadas.

III - em até sessenta dias após o prazo previsto no inciso I, caso o contribuinte não tenha providenciado a cessação de uso do ECF, este terá sua autorização de uso cancelada, devendo o contribuinte, após a cessação de uso do equipamento ou o cancelamento da autorização de uso, manter, pelo período decadencial, o dispositivo de armazenamento de dados do equipamento, para apresentação ao Fisco quando exigido.

Documentos falsos:

A Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, emitida após o credenciamento ou a data de obrigatoriedade já definida, bem como o cupom fiscal, serão considerados falsos para todos os efeitos fiscais, fazendo prova apenas a favor do Fisco.

Aproveitamento de equipamento:

Após a cessação de uso, o ECF poderá ser utilizado para impressão do Documento Auxiliar da NFC-e - DANFE NFC-e.

Norma não aplicável ao Microempreendedor individual - MEI:

A obrigatoriedade de emissão de NFC-e não se aplica ao Microempreendedor Individual – MEI.

Informações sobre o credenciamento do contribuinte:

Para emissão de NFC-e, o contribuinte deverá credenciar-se junto à SEF-MG, conforme orientações disponíveis no “Portal SPED MG” (http://www.sped.fazenda.mg.gov.br/spedmg /nfce/credenciamento/).

(Fonte: CDL/BH)

 

Novo Cadastro Positivo deve democratizar acesso ao crédito e estimular competição entre instituições financeiras e varejo


Com alteração, Brasil se junta aos modelos internacionais bem-sucedidos ao reduzir assimetria de informações,
que favorece consumidores e empresas. Novas regras garantem sigilo de dados previsto em lei

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) consideram positiva a decisão tomada quarta (20/02) pela Câmara dos Deputados em aprovar o Projeto de Lei Complementar 441/2017 que desburocratiza as regras do Cadastro Positivo. O texto agora retorna ao Senado e, se aprovado, segue para sanção presidencial.

Com a alteração, todos os consumidores brasileiros que possuem CPF ativo e empresas inscritas no CNPJ passam a fazer parte automaticamente do cadastro, a não ser que peçam a exclusão de suas informações, o que é feito de forma gratuita. O Cadastro Positivo é um banco de dados operado pela CNDL e pelo SPC Brasil, que reúne informações sobre o histórico de pagamentos realizados pelos consumidores.

A principal consequência das novas regras será tornar o acesso ao crédito mais fácil e com juros menores para consumidores e empresas que honram seus compromissos financeiros, pois permitirá que informações que atualmente não são consideradas em uma avaliação de crédito, passem a ser consultadas, possibilitando uma avaliação de risco mais justa e individualizada. 

Além disso, favorecerá mais assertividade por parte do empresário nos processos de análise e concessão de financiamentos, empréstimos e compras a prazo. Isso tudo sem afetar a proteção de dados sensíveis e o próprio sigilo bancário que permanecem preservados, como todas as demais exigências previstas no Código de Defesa do Consumidor.

“Um dos motivos das taxas de juros serem altas e de não haver flexibilização dos prazos para pagamentos é a ausência de algumas informações sobre os hábitos de pagamento dos consumidores. Atualmente, o bom pagador é penalizado pelo consumidor inadimplente, fazendo com que os juros sejam elevados para todos, independentemente do seu comportamento financeiro. Com o Cadastro Positivo, o consumidor será analisado pelo seu próprio histórico de pagamentos, e não apenas pelas restrições pontuais existentes em seu nome, o que é um modelo mais justo e abrangente”, afirma o presidente da CNDL, José César da Costa.

A mudança nas regras do Cadastro Positivo também deve estimular a competição na oferta de crédito entre instituições financeiras, como fintechs, cooperativas, pequenas financeiras e também entre empresas do varejo. “Hoje, as instituições financeiras de grande porte já possuem informações sobre o perfil de pagamento dos clientes com os quais mantêm relacionamento, mas essas informações não são compartilhadas com o mercado de crédito como um todo, impossibilitando que haja uma competição saudável entre diversos players e um alcance maior dessas informações. Com o novo Cadastro Positivo o Brasil se junta aos modelos internacionais bem-sucedidos”, explica o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

(Fonte: CNDL)

5 características que uma empresa moderna deve ter

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Você sabe quais a principais características de uma empresa moderna? A revolução propiciada pela tecnologia modificou diversos processos produtivos, modelos de negócios e atividades comerciais. O termo indústria 4.0, por exemplo, vem sendo amplamente implementado por negócios que não querem desperdiçar a oportunidade de crescer e se adaptar às novas práticas do século XXI.

Uma empresa moderna não engloba somente adequações e evoluções de maquinários e estrutura produtiva. É preciso repensar todos os aspectos relacionados ao nicho de atuação e à forma de produção de produtos ou prestação de serviços.

Como esse assunto tende a gerar muitas dúvidas e indagações, desenvolvemos este artigo com o máximo de informações para sanar todas as suas dúvidas, abordando 5 características de uma empresa moderna.

E aí, que tal conferir o conteúdo até o final? Não perca tempo e veja o nosso artigo!

1. Equipes de trabalho reduzidas

A produtividade é uma das maiores ambições na gestão de uma empresa de sucesso. A todo momento, os gestores e empreendedores procuram otimizar a sua equipe e extrair o máximo do potencial individual e do grupo de funcionários.

Afinal, os gastos trabalhistas são um dos maiores responsáveis pelos altos custos de um negócio. Por isso, quanto maior a produtividade, melhores são os indicadores internos e a competitividade comercial da empresa.

Os empresários procuram ter equipes “enxutas” e, ao mesmo tempo, capacitadas para lidarem com um grande volume de informações. O talento é algo que pode ser desenvolvido e trabalhado em qualquer pessoa.

A partir desse pensamento, o setor de RH procura extrair ao máximo o potencial de cada trabalhador e canalizá-lo para que todo o grupo seja beneficiado. Dar mais autoridade, delegar funções e acreditar na capacidade dos colaboradores são fatores primordiais para quem almeja ter uma equipe mais reduzida.

2. Cultura voltada à inovação

Modernidade e inovação são conceitos que andam juntos. Dessa forma, é preciso que a empresa moderna preze por desenvolver uma cultura de inovação. Independente do nicho de atuação, é possível modificar processos, práticas comerciais e técnicas de venda.

Inovar é o caminho natural e fundamental para qualquer ideia empreendedora que deseja prosperar no competitivo mercado brasileiro. Essa cultura foi muito fomentada pelo sucesso estrondoso de pequenas empresas que passaram a incomodar concorrentes tradicionais e com muita alavancagem financeira.

+ Clique aqui e leia as notícias das ACIP/CDL e o que as entidades estão fazendo por você, associado

As startups são um exemplo bastante contundente de como é possível se diferenciar no mercado e conquistar o seu espaço. E um fator bastante comum entre essas empresas é a cultura de inovação. Colaboradores jovens e espaços de trabalho convidativos e que fogem de um padrão rígido são características muito exploradas por empreendedores com negócios disruptivos.

Mais do que estabelecer o conjunto de valores e ideais da empresa, é preciso difundir esses conceitos e conquistar o engajamento dos funcionários. Assim, é possível, de fato, desenvolver uma cultura in company que seja vitoriosa.

3. Liderança pelo exemplo

Como já foi dito acima, delegar funções é uma prática de suma importância para quem deseja crescer. Afinal, se todas as atividades do dia a dia do negócio estiverem focadas somente no proprietário, é provável que todo esse acúmulo gere prejuízos ao desenvolvimento da empresa.

Sob essa perspectiva, um bom líder é aquele que consegue guiar a sua equipe, seja nos momentos de felicidade e bons resultados, seja nos de dificuldade. Por isso, uma empresa moderna deve priorizar a geração de talentos e transformação desses colaboradores em líderes.

Com isso, eles seriam responsáveis por replicar as boas práticas e orientar as suas equipes a conquistarem resultados cada vez melhores. Entretanto, é fundamental que uma empresa moderna também compreenda que os seus líderes devem inspirar pelo exemplo.

Ou seja, as atitudes e o fato de executar as tarefas e processos da maneira correta é o que motivará os outros colaboradores a atuarem como o líder. Capacitação e treinamento são palavras-chave também, para qualquer negócio que almeja formar o seu time interno de líderes. Não se esqueça disso!

4. Modernização dos recursos tecnológicos

Esse ponto, provavelmente, é o que mais surge na cabeça quando se fala de uma empresa moderna. Isso é bastante verdadeiro, pois um comércio, por exemplo, que não tem recursos tecnológicos atuais e modernos terá mais dificuldade em alcançar os seus objetivos.

É muito comum que as pessoas relacionem essa modernização mais com indústrias e fábricas. Apesar de o processo produtivo ser uma característica desses negócios, outras empresas também necessitam atualizar os seus recursos.

Vamos imaginar um exemplo para facilitar o entendimento. No caso de uma loja de vestuário, existem muitos processos e práticas que podem ser modernizados. Os sistemas operacionais (CRM e ERP) são de fundamental importância para gerar uma boa alavancagem nas vendas e estreitar as relações com os clientes.

Por isso, atualizar os softwares ou desenvolver novas funcionalidades são práticas que geram grandes resultados e benefícios para a loja. Esse tipo de pensamento, voltado à melhoria das tarefas internas, deve ser o ponto de partida de qualquer empresário que queira modernizar o seu empreendimento.

5.Treinamento e capacitação constante

Por fim, uma empresa moderna deve valorizar um dos seus maiores ativos: os colaboradores. São eles que, de fato, fazem com que os comércios existam e cresçam cada vez mais.

Nesse cenário, atualizações constantes, projetos internos de capacitação ou subsídio de cursos externos para os trabalhadores são práticas vitoriosas. É preciso ter em mente que uma empresa moderna não se faz apenas com melhorias materiais, mas sim com investimento em recursos humanos.

A empresa moderna passa pela valorização e melhoria de diversos fatores. Além disso, é preciso considerar o porte e as características inerentes de cada empreendimento para traçar um plano de implementação. Investimento é a palavra-chave para diferenciar um empreendimento e conquistar cada vez mais o respeito e a fidelidade dos clientes.

(Fonte: CDL/BH)


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Como motivar uma equipe sem precisar gastar muito? Descubra agora!

Uma equipe mais motivada gera resultados muito melhores para qualquer empresa. Existem algumas práticas que, quando colocadas em prática, produzem um maior grau de satisfação e motivação entre os seus colaboradores. 

Pensando nisso, vamos abordar ao longo deste artigo algumas dicas para você, empreendedor, descobrir como motivar uma equipe sem realizar grandes investimentos. Afinal, a racionalização do gasto dos seus recursos financeiros é primordial para a alavancagem comercial do seu negócio.

Então, não perca tempo e continue a leitura até o final para não perder nenhuma informação. Veja! 

Reconhecer um bom trabalho 

É esperado que o empresário procure cobrar para que os colaboradores executem um bom serviço. Isso é muito importante, pois assim as atividades são feitas com um alto grau de comprometimento e engajamento. 

Entretanto, é fundamental, também, saber reconhecer um trabalho feito com qualidade. Além disso, é necessário dialogar com a sua equipe e demonstrar o contentamento. A valorização pode ser feita tanto de forma individual ou de forma geral, quando todos os colaboradores se uniram e tiveram um bom desempenho. Fique atento a essa dica! 

Dar bons exemplos para inspirar 

Inspiração é o que guia uma pessoa a buscar melhorar e seguir os padrões e atitudes do indivíduo que é referência para ela. Por isso, dar bons exemplos é uma forma prática e bastante válida para motivar a sua equipe.

Existem muitos casos que a própria trajetória de vida do fundador da empresa é um grande exemplo. Dessa forma, procure colaboradores que possuem características positivas e diferenciais que podem ajudar outros empregados a seguirem a mesma conduta. 

+ ACIP/CDL firmam convênio com a People proporcionando aos associados descontos nos cursos do EAD Estácio

Não se esqueça de sempre priorizar a escolha de pessoas que podem ajudar a replicar e espalhar o bom exemplo como uma cultura organizacional da sua empresa. O papel dos replicadores é primordial para motivar outros colaboradores da sua equipe, transmitindo virtudes e características que podem promover o crescimento pessoal e profissional. 

Oferecer benefícios aos empregados por meio de parcerias 

Os benefícios são uma prática já bastante utilizada para motivar a equipe. Entretanto, aqui não trataremos das bonificações financeiras. E sim, de outros benefícios que podem ajudar o empresário na tarefa de impulsionar os seus trabalhadores. 

Existem parcerias que dão acesso à cultura, descontos para produtos próprios e de outras lojas, dentre outros. Procure sempre a melhor opção para o seu negócio!

Estar aberto para ouvir e entender os funcionários 

O feedback é algo excelente para traçar novas estratégias e avaliar como está o ambiente de trabalho, as dificuldades e os elogios. Por isso, esteja sempre aberto e crie um canal de comunicação com os seus colaboradores para entender quais dificuldades podem estar impactando negativamente o desenvolvimento das suas funções. 

Ouça com atenção e procure ser solidário com a sua equipe. Isso gera muito reconhecimento e desperta o sentimento de valorização entre eles, melhorando a relação patrão-empregado. Afinal, os trabalhadores são os principais responsáveis por tornarem uma ideia empreendedora, de fato, uma realidade.

Além disso, os colaboradores que dão continuidade aos projetos comerciais e alavancam o crescimento empresarial como um todo. 

Ter metas claras e realistas 

As metas são fundamentais para promover a ampliação da operação comercial e por motivar os seus colaboradores. Essa motivação é conseguida, em grande parte, pelo pagamento de bônus e outros benefícios a quem consegue alcançar e bater as metas da empresa. 

Entretanto, é preciso que essas metas sejam bem claras e realistas. Isso é necessário, pois os seus empregados devem saber quais são as metas individuais para assim procurar alcançá-las. No quesito de ser realista, temos o fato de que devem ser possíveis de serem efetivadas. 

Vamos imaginar um exemplo para facilitar esse entendimento. Suponhamos que uma pequena loja de decoração, que vende em média R$ 30 mil reais por mês. Com isso, foi definido uma nova meta geral de vendas no valor de R$ 80 mil reais. 

Não é preciso ser um exímio gestor para compreender que essa meta está bem acima das capacidades do empreendimento. Desse modo, procure ser realista e discutir com os seus funcionários os valores anteriormente. 

Assim, será possível, de fato, alcançar as metas propostas, gerando retorno para o empresário e para os colaboradores. 

Comemorar as vitórias 

Existem inúmeros desafios na condução de uma empresa. Dificuldades e situações conflitantes tendem a aparecer naturalmente durante esse processo. Os momentos de conquista e vitória são muito importantes e não podem ser negligenciados. Por isso, esta é a nossa dica para motivar a sua equipe: comemore as vitórias. O grupo precisa saber reconhecer quando um bom trabalho é realizado. 

Essa é a dica básica para quem deseja motivar uma equipe. Não se esqueça disso! 

Investir em saúde e bem-estar 

Saúde, bem-estar e produtividade são fatores que estão intimamente correlacionados. Então, a nossa dica é procurar formas de melhorar o bem-estar, no trabalho e na residência do trabalhador. As startups — empresas de tecnologia disruptiva — têm iniciativas bem interessantes nessa área. Por exemplo, a inclusão de locais para relaxamento, redes e sala de jogos são estratégias adotadas. 

Com isso, o empregado sente-se valorizado e cada vez mais feliz em desenvolver as suas habilidades naquela empresa. Esses resultados são visíveis, visto que essas companhias contam com um grande grau de satisfação interna. Então, não perca tempo e procure adotar estratégias que podem melhorar na saúde e bem-estar dos seus colaboradores! 

Investir em espaços descontraídos é uma forma inteligente. Existem algumas outras opções que nós listaremos para que você, empreendedor, possa conseguir melhorar a saúde e o bem-estar dos seus funcionários. Veja! 

Uma rotina de atividade física, por exemplo, é uma forma interessante de melhorar a saúde no mercado de trabalho. A presença de um profissional para a execução de atividades básicas e práticas laborais já melhora muito a disposição e, até mesmo, a ergonomia.

Ao longo do artigo, você pode descobrir como motivar uma equipe, e qual a importância dessa prática para o crescimento pessoal dos seus colaboradores. Agora, que tal colocar em prática tudo o que foi abordado aqui no seu negócio?

(Fonte: CDL BH)


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Como otimizar a gestão de vendas da empresa? Aprenda aqui!

Realizar uma boa gestão de vendas é indispensável para otimizar os resultados da loja e aumentar o lucro obtido. No entanto, existem desafios que devem ser enfrentados para alcançar esse sucesso. Por exemplo, superar a falta de processos claros ou profissionais devidamente treinados.

Por essa razão, o gestor ou empresário precisa recorrer a uma série de táticas, como a criação de mecanismos para conceder crédito com segurança, a mensuração dos resultados obtidos e a definição de metas desafiadoras para o futuro.

Sabemos da importância da gestão de vendas da empresa, por isso elaboramos este artigo. Nele, você vai entender as principais dicas para vender bem, com segurança e manter os clientes satisfeitos. Continue a leitura e fique por dentro do assunto!

Mensure os atuais resultados de venda

É muito difícil promover melhorias pontuais e consistentes sem que, primeiro, se conheça os resultados de venda. Todo gestor precisa entender o estado atual do negócio, somente depois definir e executar uma estratégia de melhoria.

Então inicie diagnosticando os atuais resultados, mensure o:

  • total de vendas realizadas por mês;
  • número de metas batidas;
  • percentual de clientes satisfeitos;
  • valor médio das vendas.

Essas são algumas das métricas mais importantes. Com elas, se o gestor, por exemplo, perceber que o valor médio das vendas (também chamado de tíquete médio) está abaixo do padrão do seu segmento, fica mais fácil reverter a situação com maior assertividade.

Conte com a ajuda de recursos tecnológicos

Além do tradicional software de venda, existem outras tecnologias que podem potencializar a performance da loja. É possível iniciar uma ação de e-mail marketing, investir em um sistema de CRM (destinado ao relacionamento com os clientes) ou usar os dados internos e externos para conhecer o público-alvo (Big Data).

A tecnologia também deverá ser usada para garantir maior segurança nas transações, especialmente na concessão de crédito próprio. Ao contar com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), torna-se possível consultar o CPF ou CNPJ do cliente na hora da compra, reduzindo significativamente as chances de algo dar errado.

Mantenha a equipe de vendas treinada

Por incrível que pareça, o principal motivo para os clientes deixarem uma empresa não é o preço elevado ou a falta de qualidade dos produtos. Segundo pesquisa veiculada pela Exame, 86% dos consumidores migraram para a concorrência devido ao mau atendimento.

Então é necessário manter todo o time qualificado para atender bem. No entanto, sabe-se que, no Brasil, os colaboradores passam por uma média de apenas 21 horas de treinamento ao ano, um número considerado baixo por especialistas.

O treinamento com ensino a distância (EAD) tem se mostrado uma poderosa ferramenta para manter os vendedores qualificados com custo acessível. Por meio de modernas plataformas online de educação, todo o time pode ser treinado com flexibilidade e custo-benefício.

Realize projeções de vendas e trace estratégias

Muitos comerciantes não possuem o hábito de criar projeções de vendas e discutir com seus funcionários acerca de estratégias para obtenção de melhores resultados. Isso é um grande equívoco, porém, pode ser facilmente eliminado.

Ao menos uma vez por semana, estabeleça projeções com os vendedores, pergunte-lhes sobre as principais vendas da semana e o que falta para concluí-las. Muitas vezes, o apoio da alta administração é suficiente para fechar mesmo as vendas mais difíceis.

Faça dessas reuniões um hábito dentro da loja, mantendo-se sempre atualizado e envolvido no processo de venda. Avalie se as projeções estão se concretizando, caso não estejam, identifique e neutralize a causa para o problema.

Estabeleça o preço certo para os produtos

Na gestão de vendas, estabelecer e administrar adequadamente o preço dos produtos é essencial. O preço correto transmite uma imagem alinhada ao posicionamento da empresa, facilita o fechamento de vendas e o alcance das metas da loja.

Existem três pilares para estabelecer bons preços:

  • os clientes — qual a percepção de valor do público-alvo?
  • a concorrência — quanto outras empresas cobram pelo mesmo produto?
  • os custos ­— quais custos estão envolvidos com a produção e/ou venda?

O preço ideal deve ser suficiente para pagar todos os custos e impostos, além de gerar o lucro desejado. Também é interessante eliminar o máximo de custos, desde que isso não afete a qualidade do produto, assim a margem de lucro poderá ser muito maior.

Defina metas desafiadoras para todo o time

Ainda existem lojas que não definem metas para seus funcionários, porém, isso implica em perda de competitividade e obtenção de piores resultados. Com boas metas, é possível direcionar a equipe, estimular grandes conquistas e obter resultados específicos.

De modo geral, metas de qualidade contam com 5 características, elas são: específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais. Em muitos lugares, esse padrão é conhecido como SMART (em inglês, um acrônimo das palavras anteriores).

Também é interessante que o comerciante estabeleça metas individuais, fazendo com que os profissionais melhorem a cada período; e coletivas, estimulando a colaboração e o espírito de equipe dentro do estabelecimento.

Evite problemas com um bom sistema pré-vendas

Se as dicas anteriores forem seguidas, certamente haverá melhores resultados na gestão de vendas. No entanto, é importante considerar que diversas pessoas realizam compras a crédito com más intenções e, por muitas vezes, o lojista é prejudicado.

Como nunca, o número de inadimplentes tem crescido. Pelo avanço da tecnologia, as tentativas de golpes também são maiores e mais inteligentes. Então é preciso se proteger!

É importante que a empresa conte com um sistema pré-venda, especialmente aquelas que disponibilizam crédito próprio. Desse modo, torna-se fácil identificar os clientes com perfil de bom pagador, bem como aqueles que possuem restrições.

Nesse caso, é interessante contar com produtos que ajudem a vender com segurança. Com uma simples consulta ao SPC, por exemplo, é possível confirmar os dados do cliente, identificar suas dívidas atuais e acompanhar seus últimos endereços.

Como visto, ao aplicar as dicas aqui citadas você conseguirá otimizar a gestão de vendas da empresa, realizar transações com maior segurança e manter a equipe entusiasmada na busca pelos resultados. A preocupação em vender mais e melhor deve ser diária, assim o negócio poderá ser muito bem-sucedido.

(Fonte: CDL/BH)

 


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Cresce para 63% o número de consumidores que controlam suas finanças

Saber controlar os gastos pessoais e manter o pagamento das contas em dia é o caminho mais fácil para atingir uma vida financeira saudável. Um levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), feito em parceria com o Banco Central do Brasil (BCB), revela que cresceu o número de brasileiros que acompanham e analisam seus ganhos e gastos por meio de um orçamento,passando de 55% em 2017 para 63% ao final de 2018. 

Ainda assim, mais de um terço (36%) dos brasileiros não administra as próprias finanças, embora esse resultado represente uma queda de nove pontos percentuais na comparação com a pesquisa anterior

O caderno de anotações desponta como o mecanismo mais utilizado pelos entrevistados para registrar sua movimentação financeira, com 33% de citações.

Já a planilha no computador é o instrumento preferido de dois em cada dez (20%) pessoas ouvidas, enquanto 10% registram as receitas e despesas em aplicativos de smartphones.

Considerando os métodos informais de acompanhamento dos ganhos e gastos, o mais frequente é o cálculo de cabeça, citado por 19% dos consumidores. Há ainda 13% que simplesmente não adotam qualquer método e 3% que delegam a função para outra pessoa.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, avalia que o consumidor não deve ter vergonha de utilizar o velho caderninho de anotações na hora de controlar as contas domésticas.

“Se o método for organizado, não importa qual seja a ferramenta. O importante é nunca deixar de analisar as informações anotadas. Algumas pessoas têm facilidade com planilhas ou aplicativos, mas outras ainda preferem um pedaço de papel. Ainda assim, é recomendável que o consumidor não se acomode e procure experimentar algo diferente, pois os aplicativos digitais surgiram para facilitar a vida financeira das pessoas, tornando o controle acessível a qualquer momento e lugar”, orienta a economista.

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Fato é que anotar todos os ganhos e gastos no mês – até mesmo os pequenos gastos com balinha ou cafezinho – é importante para que o consumidor entenda para onde foi seu dinheiro.

Com base nas anotações, é possível agrupar as despesas em categorias (por exemplo, habitação, alimentação, transportes, comunicação, vestuário, lazer) e assim analisar sua vida financeira e, se for o caso, equilibrar os gastos de acordo com as próprias prioridades.

Só 56% dos que fazem controle planejam gastos do mês com antecedência; 62% sentem dificuldades para administrar finanças

A pesquisa mostra que mesmo entre os que adotam algum método de controle das finanças, muitos acabam pecando pela forma com que administram os gastos. Tanto é que 36% desses entrevistados não planejam o mês com antecedência e vão registrando os gastos pessoais conforme eles ocorrem e outros 8% só anotam os gastos após o fechamento do mês.

Já 56% planejam o mês com antecedência, registrando a expectativa de receitas e despesas dos 30 dias seguintes. 

(Fonte: SPC Brasil)

 

Como uma gestão empresarial eficiente pode ajudar meu negócio a pagar menos impostos?

Não é segredo para ninguém que a carga tributária no Brasil é muito alta. É exatamente por isso que pagar menos impostos é o sonho de todo gestor.

Para alcançar esta meta, no entanto, é preciso agir com cuidado e conhecer a legislação de forma ampla e aprofundada. Caso contrário, você poderá cometer alguns equívocos e, ainda que sem intenção, incorrer no crime de sonegação fiscal.

É por esse motivo que toda empresa deve contar com uma gestão empresarial eficiente e capaz de realizar um planejamento tributário completo. No texto de hoje, falaremos sobre o assunto para que você entenda como proceder e quais são as vantagens. E acredite: elas vão muito além da redução do impacto da carga tributária!

Por que é importante ter uma boa gestão financeira?

Dentro de qualquer empresa, independentemente do tamanho, só é possível planejar ações e fazer investimentos seguros quando se tem um conhecimento profundo sobre as finanças.

Esse conhecimento não está relacionado apenas ao pagamento pontual das contas e ao cálculo dos lucros mensais e anuais. Pensar em finanças envolve uma análise completa do fluxo de caixa, do patrimônio imobiliário, dos investimentos já realizados, das despesas fixas e variáveis, das condições do mercado e da concorrência, entre outros.

Caso você não realize um controle eficiente, dificilmente será possível otimizar os lucros e projetar metas seguras de crescimento. Por outro lado, com uma boa administração, esse cenário se inverte. Entre as vantagens, podemos citar:

  • redução de estoques desnecessários;
  • aumento do número de vendas à vista;
  • redução da inadimplência pelo uso de mecanismos efetivos de cobrança;
  • aumento da lucratividade;
  • maior controle dos recursos financeiros;
  • melhores condições de crédito no mercado; e
  • segurança na tomada de decisões.

Quais ações interferem positivamente na gestão?

Para melhorar a sua gestão e alcançar resultados, é importante que conte com o apoio de profissionais contábeis de confiança e aumente o controle sobre as ações diárias da empresa.

É importante realizar um registro completo das contas a pagar e dos valores que entrarem no caixa, bem como organizar todos os pagamentos por data, separando as despesas por categorias: fixas ou variáveis, despesas com funcionários, despesas com materiais de trabalho etc.

Além disso, você deve ficar atento para nunca confundir as contas pessoais com as da empresa. A confusão pode interferir no controle do caixa e nos relatórios mensais, causando prejuízos ao fechamento anual e à projeção de investimentos.

Para auxiliar na organização e na segurança das informações, é interessante contratar softwares de gestão contábil e usar a tecnologia a seu favor. Isso porque, com a ajuda deles, você poderá gerar relatórios rápidos, ter um controle da agenda e integrar todas as operações.

Por fim, mas não menos importante, é essencial que, ao lado da boa gestão diária, seja realizado um planejamento tributário e um estudo sobre estratégias para reduzir o impacto da carga tributária sobre a sua atividade.

O que é planejamento tributário?

O planejamento tributário é um conjunto de ações que visa otimizar a lucratividade de uma empresa. A partir de um conhecimento aprofundado da situação econômica do negócio, o que só é possível quando se tem uma boa gestão financeira, serão estudadas estratégias lícitas que levem à redução da carga tributária sobre as atividades.

Como ele contribui para a empresa pagar menos impostos?

A legislação brasileira é ampla e existem vários benefícios tributários, várias hipóteses de isenção e, principalmente, vários tipos de enquadramento fiscal. A partir do conhecimento do seu próprio negócio, será possível adotar medidas inteligentes e eficientes, tais como:

Optar pelo enquadramento fiscal adequado

Uma empresa pode optar pelo Simples Nacional, pelo Lucro Real ou pelo Lucro Presumido. A escolha é anual e antes de fazê-la é importante analisar qual a atividade prestada, quais os impostos que incidem sobre ela etc.

Isso porque, em alguns casos, o regime mais simples pode gerar um impacto mais alto por não conter alguns benefícios e algumas isenções. Portanto, sem conhecer o porte do negócio e o faturamento, fica difícil decidir com segurança.

Evitar a incidência do tributo

A mudança em alguns procedimentos internos da empresa pode impedir a realização do fato gerador de algum tributo, fazendo com que a obrigação de pagar deixe de existir. Mas é preciso pensar sobre isso com calma e agir apenas quando tiver segurança.

Lembre-se que qualquer ação equivocada pode configurar sonegação fiscal e levar ao pagamento de multas. Portanto, conte sempre com um profissional qualificado e não faça nada sem ter profundo conhecimento sobre a sua empresa!

Adiar o pagamento dos tributos

Por meio dos regimes de caixa e de competência, você consegue adiar o pagamento de um tributo sem que incida juros e penalidades administrativas.

A aplicação dessas estratégias deve observar procedimentos e prazos específicos. Para executar essas estratégias, é imprescindível que haja um bom conhecimento detalhado sobre a legislação da área de atuação, como os requisitos e procedimentos envolvidos.

Diminuir o pró-labore

Retiradas mensal de valores altos geram incidência do Imposto de Renda. Porém, ao converter o pró-labore em divisão de lucros, é possível ficar isento do pagamento do imposto.

Com o planejamento certo, você conseguirá fazer os cálculos, definir retiradas mensais adequadas e ter uma previsão dos lucros a serem divididos no final do exercício financeiro.

Terceirizar

Ao terceirizar atividades que não fazem parte do objetivo principal do seu negócio, surge a opção de deduzir os gastos da terceirização quando for fazer o cálculo do PIS/COFINS, mas isso acontece apenas quando você é optante do Lucro Real.

Independentemente disso, porém, o procedimento de terceirização pode ser mais econômico e até mais eficiente. Com o conhecimento aprofundado sobre a realidade da sua empresa, haverá a possibilidade de analisar a questão com segurança e economizar não só com impostos, mas também com encargos trabalhistas.

Com a ajuda de profissionais experientes e com a realização de uma boa gestão financeira, você certamente poderá realizar um planejamento tributário eficiente, pagar menos impostos e investir esse dinheiro em ações que visem o crescimento da empresa e a consolidação da sua marca.

(Fonte: CDL-BH)


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