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A importância do cadastro de clientes: como fazer e quais informações considerar

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Você sabe como fazer o cadastro de cliente? Ou sabe como utilizá-lo de forma a otimizar seus resultados? E o principal: sabe a importância do cadastro de clientes?

Possuir este cadastro significa ter controle sobre os clientes que consomem os seus produtos ou serviços. Essa coleta de dados irá auxiliá-lo não só a interagir com o seu público, mas também na fidelização.

E mesmo que pareça algo simples, ter o registro dessas informações é muito valioso e pode trazer resultados reais para o seu negócio. Afinal, até mesmo as atividades mais rotineiras trazem benefícios!

Quer saber um pouco mais? Neste artigo apresentaremos uma maneira simples e eficaz de realizar o cadastro dos seus clientes. Acompanhe!

Quais informações são importantes para o cadastro de clientes?

  • Informações-chave do cadastro são os dados principais do seu cliente, como:
  1. Nome
  2. E-mail
  3. Telefone
  4. Endereço
  5. Data de nascimento
  6. Sexo
  7. CPF

Se você quiser elaborar um pouco mais, pode ainda acrescentar o histórico de compra do cliente, adicionando os serviços e produtos preferidos e com que frequência são consumidos. Além disso, informações como hobbies e a profissão são válidas na hora de preencher o cadastro. Confira outras informações que podem auxiliar neste processo:

  • Informações de perfil e o potencial de consumo do cliente. 

Por exemplo:
– loja de calçados: precisa conhecer o número que seus clientes calçam;
– agência de turismo: a época que eles costumam fazer as suas viagens;
– histórico de compras do cliente;

É a partir deste que o empresário pode identificar oportunidades de novas vendas.

  • Informações de preferências do cliente.
    - São informações sobre produtos, tamanhos, cores, modelos, marcas, etc. que o cliente costuma comprar;
  • Informações de histórico de compras e contatos.
    – São os registros relativos a todas as compras realizadas pelo cliente e também e promoções enviadas.

Para iniciar, uma planilha no Excel com os dados de cada cliente pode ser um bom caminho. Assim, você consegue ter um controle de quem são eles, a faixa etária e de que estado são, por exemplo. Confira aqui uma planilha para cadastro de clientes.

Agora que você conhece as informações essenciais para o cadastro, continue a leitura para entender um pouco mais da importância de coletar esses dados.

 

Qual a importância de manter o cadastro de clientes atualizado?

Analisando as informações-chave acima, você consegue dizer porque é importante manter o cadastro dos seus clientes atualizado? É bem simples: quando você faz um cadastro da maneira mais completa possível, é capaz de conhecer o seu cliente mais a fundo e, desta forma, consegue atendê-lo de forma personalizada.

Quem não gosta de ser chamado pelo nome e saber que outra pessoa lembra as suas preferências? O grau de satisfação do cliente reflete diretamente no valor que ele está disposto a pagar por seus produtos ou serviços.

Agora que você compreendeu a importância, que tal entender os benefícios?

Quais os benefícios de se ter um bom cadastro de clientes?

Com certeza, o cadastro é essencial para o bom andamento do seu negócio. Atualmente, engajar e fidelizar seu cliente é fundamental em estratégias de marketing e vendas. O cadastro, portanto, é importante não só para criar as bases do seu relacionamento, como também para a fidelização. Conheça outros benefícios:

  • Comunicar as novidades: se eles sabem o que tem de novo em seu negócio, ficam mais propensos a experimentar
  • Oferta de produtos complementares: através do histórico de compras você pode oferecer novos itens que combinam com o anterior
  • Todos os dados para contato: mantenha a agenda atualizada e não perca o contato de seus clientes
  • Melhore o seu pós-venda: mostre que você se lembra do cliente e de suas preferências
  • Utilize estratégias de marketing digital: aproveite para prolongar o relacionamento através das redes sociais e e-mail marketing

Quer saber como tornar o cadastro mais eficiente? Confira as nossas dicas:

1. Obtenha dados de cadastros dos clientes

Faça uma busca das informações das quais sua empresa já dispõe, catalogue os dados financeiro e contatos que os vendedores pegaram e atualize qualquer outro banco de dados que sua empresa já possua.

Em seguida, implemente uma rotina diária ao finalizar suas vendas para complementar os cadastros já existentes e realizar os novos. Nesse momento, interrogatório e preenchimento de formulários podem ser inúteis. Treine seus colaboradores para terem empatia e estarem sempre atentos aos detalhes e, dessa forma, conseguirem tais dados por meio de uma conversa informal e objetiva.

Uma forma criativa para efetuar um cadastro completo de seu cliente é aproveitar campanhas promocionais para que seus clientes forneçam seus dados de forma espontânea em cupons, por exemplo.

2. Registrar as opções de compras dos consumidores

Um cadastro completo deve ter o registro das compras realizadas pelos seus clientes. Tal registro será uma referência de tamanhos e preferências dos seus consumidores na hora de adquirir novos produtos e reforçar seu estoque, bem como, direcionar o trabalho da sua equipe de vendas para o contato pós-venda

Desse modo, servirá para deixar o direcionamento de ofertas e produtos mais pessoal, tornando mais efetiva a possibilidade de vendas. Com essa base de dados, sua equipe terá informações necessárias para solidificar relações, atrair e fidelizar clientes antigos.

3. Fazer o cadastro em uma plataforma

Analisando as informações-chave acima, você consegue dizer por que é importante manter o cadastro dos seus clientes atualizado? É simples: quando você faz um cadastro da maneira mais completa possível, é capaz de conhecer o seu cliente mais a fundo e, dessa maneira, consegue atendê-lo de forma diferenciada.

Quem não gosta de ser chamado pelo nome e saber que outra pessoa lembra das suas preferências? O grau de satisfação do cliente reflete diretamente no valor que está disposto a pagar por seus produtos ou serviços. Por isso, treine seu pessoal para utilizar tais dados de forma técnica, que permita a aproximação por conhecer as peculiaridades de cada indivíduo.

A maneira mais profissional de produzir e manter tal cadastro é em uma plataforma, de maneira sistematizada e segura. Essa plataforma possibilita sincronizar e analisar dados pessoais do cliente, seu perfil de consumo e sugestões de venda, fortalecendo sua marca e impactando de maneira positiva suas vendas.

4. Mantenha os dados atualizados

Sua empresa conseguiu efetivar uma venda, ou seja, seu produto ou serviço foi escolhido como aquele capaz de sanar a necessidade de consumo do seu consumidor. Após isso, você obteve os dados cadastrais dele, o próximo passo agora é estabelecer um canal de comunicação entre sua empresa e esse consumidor para oferecer novos produtos.

A ficha cadastral é uma forma de estabelecer comunicação entre sua loja e os seus clientes. Não atualizar esses dados preciosos acarreta em perder vendas e desperdiçar a possibilidade de fidelização do seu consumidor. Invista no pós-venda para fortalecer o relacionamento com seu cliente e mantenha os dados sempre em dia.

5. Estabeleça comunicação

Lembre-se de estabelecer comunicação para atrair, satisfazer e fidelizar seu público. Uma forma simples é a publicação de suas ofertas, produtos, horários especiais de funcionamento e novidades no status do WhatsApp e stories do Instagram — você se fará lembrado sem sobrecarregar diretamente seu cliente de mensagens.

A comunicação por publicidade geral pode ser feita na linha do tempo de suas redes sociais ou da maneira tradicional, utilizando os relatórios gerados pelo banco de dados das fichas cadastrais. A comunicação mais individualizada pode ser feita por meio das peculiaridades e perfil de consumo, já coletados de cada cliente, para satisfazer suas necessidades e gerar novas vendas.

Como gerenciar os dados do cadastro de clientes?

O primeiro ponto fundamental para contar com uma base de dados consistente é manter as informações de seus clientes organizadas e com fácil acesso. Apenas desse modo os dados inseridos têm validade e podem ser usadas adequadamente. Quer saber como fazer um bom gerenciamento desse processo? Vamos te ajudar com essa tarefa!

Conte com uma ferramenta de gestão

Uma ferramenta de gestão completa oferece a integração dos processos de diversos setores da empresa. Um software que inclua essa função é a melhor maneira de realizar o controle desses dados.

O sistema adequado permite que o cadastro se comunique com os demais departamentos da empresa, facilitando o uso das informações dos clientes sem necessitar de um trâmite para cruzar as informações.

Contando com um software completo, é possível obter a geração de relatórios e descobrir padrões sobre os consumidores. Assim, você checa quais compram mais, em qual período, qual é o perfil mais comum, etc.

Aposte na automação

A automação é a chave para otimizar processos — e com o cadastro não é diferente. Alimentar e consultar manualmente os detalhes dos clientes é um verdadeiro transtorno. Realizar a etapa dessa maneira dá espaço para muitas falhas, além de tornar muito difícil manter as informações atualizadas.

Como vimos, é de extrema importância para a empresa manter o cadastro de clientes em dia. Primeiro, isso facilita as operações, pois nele já constam previamente os dados necessários. Além disso, também ajuda a empresa a traçar o perfil da clientela. E, por último, a satisfação do cliente depende de um bom registro do seus dados, para que o consumidor seja tratado de modo adequado.

Com a automação, você consegue fazer a operação de jeito facilitado: apenas com alguns cliques é possível acrescentar qualquer novo conhecimento e manter a ficha sempre atualizada.

Trate os dados

Tratar os dados evita informações duplicadas. Por isso, é essencial realizar esse processo, de maneira a organizar e compilar todas as informações do cadastro de clientes. Assim, aquilo que é desnecessário é excluído, o que permite padronizar as referências.

Ou seja, você deve criar uma diretriz estabelecendo quais são os conhecimentos que ficarão registrados e de que modo devem ser discriminados nos registros. Com esse cuidado, você consegue a rápida localização do que precisa.

Quando procurar por telefones, documentos, endereços ou qualquer outra questão importante, já sabe que estarão no formato adequado para que você os utilize imediatamente.

Invista no pós-venda

Essa é uma das melhores maneiras de atualizar pontualmente o cadastro de cliente. Realizar esse contato após a compra permite conseguir feedbacks acerca da satisfação, registrando as informações para melhor entender aquele consumidor e suas necessidades no futuro.

No pós-venda, você também pode conferir se todos os dados da transação estavam corretos, se há novos meios de contato que o cliente deseja adicionar e confirmar todos aqueles conhecimentos que a empresa já tem.

Consequentemente, você adquire uma relação mais próxima com seus compradores, fazendo com que se sintam importantes. Para o cadastro de clientes esse contato é riquíssimo, porque possibilita a inserção de informações mais complexas acerca do atendido, mantendo tudo sempre atualizado.

O cadastro de clientes é uma peça fundamental para uma empresa que deseja consumidores fidelizados. Contar com essas informações permite implantar medidas para a retenção de compradores e ele ainda permite a facilitação do processo de vendas, dando suporte para um visão estratégica sobre seu público.

Entendeu a importância do cadastro de clientes? Procure um sistema de gestão e facilite o acompanhamento dos dados de seus clientes.
Faça um teste e veja tudo o que ele pode fazer pelo seu negócio!

Com o cadastro de clientes você terá em suas mãos informações privilegiadas sobre seus clientes (quem são, onde estão, como contatá-los). Com estes dados você poderá tomar a iniciativa em direção ao seu cliente, não esperando que ele venha até o seu negócio.

Você conhece bem o seu cliente? Confira o vídeo

Plataforma oferece informações úteis sobre a relação da Covid-negócios

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Diante das emergências criadas pela pandemia do novo coronavírus na economia brasileira, em particular nas pequenas e médias empresas, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) desenvolveu uma plataforma dedicada especialmente ao assunto. O Monitoramento Covid-19 é o que se pode chamar de depositório de informações da doença e dos seus efeitos no ambiente econômico.

Hospedado em outra plataforma, o Data Sebrae, o endereço se apresenta como ferramenta de grande serventia a quem busca informações precisas, dados estratégicos, matérias e análises sobre a crise.

Uma das funções mais interessantes e úteis do site é o de disponibilizar pesquisas específicas sobre o tema. Hoje são mais de 21 estudos e relatórios desenvolvidos pela equipe do Sebrae especificamente sobre os efeitos da pandemia no ambiente econômico.

Ali são encontrados temas como “Pesquisa com especialistas sobre o Impacto Econômico da COVID-19 nos Pequenos Negócios”, e estudos como o impacto da Covid-19 nas startups, nos estados, por região, por setor da economia, por porte empresarial, etc. Os documentos vão sendo publicados na medida em que vão sendo concluídos.

Outro link bastante útil é o repositório dos boletins produzidos pelo Sebrae, que são compilados no Monitoramento Covid-19. Ali são reunidas as edições semanais de duas publicações: o Observatório MPE e o Observatório Global, ambos com notas rápidas e bem ilustradas sobre o avanço da doença nas empresas e nos países.

No menu, também é possível os números da doença no país, com gráficos claros e informações precisas divididas por total de casos por estados, variação do número de mortes

Mas grande vantagem do canal é que não necessário ficar visitando a página o tempo todo. O usuário pode cadastrar o seu e-mail para receber as atualizações assim que elas são feitas na página do Sebrae.

 

Confira: https://datasebrae.com.br/covid/

Pronampe: CNDL se reúne com Ministério da Economia e créditos devem ser liberados essa semana

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A CNDL se reuniu na manhã de hoje (09) com a Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (SEPEC), onde discutiu as linhas de crédito disponibilizadas pelo governo e a importância de elas chegarem com celeridade aos empresários.

A demora na aplicação das medidas de auxílio aos pequenos e microempreendedores, por meio do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), foi a principal preocupação levantada pela CNDL na audiência.

De acordo com a equipe da SEPEC, o Pronampe já estará efetivado essa semana pelas instituições financeiras. Na semana passada o regulamento do programa foi aprovado em assembleia e os recursos já chegaram do Tesouro para o fundo garantidor. As providências para a habilitação junto ao FGO já foram tomadas e agora caberá às instituições bancárias a liberação dos créditos aos empresários.

O presidente da CNDL, José César da Costa, destaca a importância dos empresários e líderes do setor acompanharem de perto a liberação dos créditos.

“É fundamental que agora a gente acompanhe de perto e pressione as instituições bancárias para se habilitarem e liberarem os créditos, principalmente as cooperativas de crédito, que poderão trazer mais rapidez e melhores condições do que os bancos tradicionais”, alerta Costa.

O site http://www.portaldoempreendedor.gov.br/ traz as informações sobre todas as linhas de crédito disponibilizadas para o enfrentamento à crise causada pela COVID-19. Nele o empresário terá acesso também à listagem das instituições que estiverem habilitadas junto ao Pronampe em sua região.

 

Processo de habilitação das instituições financeiras

O processo de habilitação das instituições financeiras, em especial das Cooperativas de Crédito poderá ser através das Confederações em âmbito nacional, as documentações e procedimentos necessários podem ser acessados no estatuto https://www.bb.com.br/docs/pub/gov/dwn/FGOESTATUTOdez15.pdf

 

Receita Federal informará sobre o limite do crédito a ser acessado

Foi noticiado uma novidade quanto ao envio de uma correspondência eletrônica por parte da Receita Federal aos empresários informando a média do faturamento mensal da empresa, com o objetivo de facilitar e informar qual é o limite do crédito que o lojista terá acesso. A correspondência seguirá com um código de identificação que deverá ser enviado aos bancos para validação, evitando fraudes. O envio está previsto para começar hoje (09).

 

Garantias pessoais

Foram detalhadas o que são as “garantias pessoais”, exigência mínima para tomada do crédito, podendo ser apresentado pelo contratante qualquer documento que reconheça uma obrigação de pagar, por exemplo, uma nota promissória ou um aval do contratante será suficiente.

Para acesso ao crédito serão três momentos, iniciando pelas Micro e Pequenas Empresas inscritas no Simples Nacional, segundo as não optantes do Simples e terceiro aos Microempreendedores Individuais, pelo qual o Auxílio Emergencial (corona voucher) já buscou atender.

O Pronampe é destinado a microempresas com faturamento de até R$ 360 mil por ano e a pequenas empresas com faturamento anual de R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões. A taxa de juros é de 1,25% ao ano, mais a taxa Selic (atualmente em 3% ao ano). Com garantia de 100% pelo FGO das operações e carência de 8 meses para começar a pagar.

 

Fonte: CNDL Brasil 

Receita Federal adia para 31 de julho o prazo para entrega da Escrituração Contábil Digital

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A Receita Federal prorrogou o prazo para a transmissão da Escrituração Contábil Digital (ECD) referente ao ano calendário 2019 para o dia 31 de julho. A medida atende a pedidos de entidades de classe da área contábil, que afirmam estar tendo dificuldades em exercer suas atividades por conta das restrições decorrentes da pandemia do coronavírus.

A medida foi publicada na edição de quarta do Diário Oficial da União. A Instrução Normativa RFB nº 1.950 altera do último dia útil de maio para o último dia útil de julho o prazo de entrega da ECD, inclusive nos casos de extinção, incorporação, fusão e cisão total ou parcial da pessoa jurídica.

A Instrução Normativa não altera as demais disposições referentes à ECD, previstas na Instrução Normativa RFB nº 1.774, de 2017.

(Fonte: Receita Federal)

 

Caixa e Sebrae criam linha de crédito de R$ 7,5 bi para micro e pequenas empresas com faturamento inferior a 360 mil ao ano

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A Caixa Econômica Federal (Caixa) anunciou, hoje (20), um convênio com o Sebrae para oferecer crédito a micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEI). A medida será operacionalizada por meio do Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas (Fampe), do Sebrae, e que oferece as garantias complementares.

A medida foi uma das demandas levadas pela CNDL ao governo federal em busca de apoio as micro e pequenas empresas com faturamento inferior a 360 mil ao ano, pelas quais ainda não tinham sido alcançadas pelas linhas de crédito anteriormente anunciadas, diante da crise causada pela COVID-19.

Para o presidente da CNDL, José César da Costa, anúncio da linha de crédito específico traz alívio ao setor, mas, precisa chegar com rapidez aos empresários, sobretudo aos micro e pequenos negócios, que representam mais de 90% das empresas do país.

“As medidas precisam chegar na ponta, principalmente aos micro e pequenos empresários. Ações importantes têm sido anunciadas, mas o empresário está aflito sem saber como e quando essa ajuda do governo vai chegar. Celeridade nesse momento é fundamental para a manutenção das empresas e de postos de trabalho”, destaca Costa.

De acordo com a Caixa, os empresários terão prazo de carência de até 12 meses para começar a pagar com taxas até 41% menores que as usuais do banco.
O microempreendedor individual poderá contratar até R$ 12,5 mil, com carência de 9 meses e prazo de amortização de 24 meses. A taxa de juros será de 1,59% ao mês.

Já as microempresas poderão contratar até R$ 75 mil, com carência de 12 meses e prazo de 30 meses. A taxa será de 1,39% ao mês.

As empresas de pequeno porte poderão contratar até R$ 125 mil, com carência de 12 meses e prazo de 36 meses. Os juros serão de 1,19% ao mês.

Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a oferta de crédito pode atingir 42 milhões de pessoas. As micro e pequenas empresas e MEI interessados no acesso aos recursos devem acessar o portal da Caixa para manifestar o interesse.

“Vamos fazer um crédito assistido, que vai ser acompanhado administrativamente pelo Sebrae e pela Caixa Econômica”, disse Melles.

Como solicitar o crédito? CLIQUE AQUI e descubra!


(Fonte? FCDL/MG)

 

Governo anuncia plano de R$ 1,1 bilhão com o BDMG para auxiliar empresas mineiras

Diante do contexto socioeconômico desafiador gerado pela Covid-19, o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) estruturou um plano de ação que vai oferecer crédito e tornar as condições ainda mais acessíveis para as empresas, especialmente as micro e pequenas (MPEs). A meta é disponibilizar crédito de até R$ 1,1 bilhão para empresas, tendo em vista a crise provocada pelo coronavírus.

O plano foi lançado nessa quarta-feira, 9 de abril, pelo governador Romeu Zema e pelo presidente do Banco, Sergio Gusmão Suchodolski. Ele agrega às duas ações preventivas implantadas nos últimos dias para os setores da Saúde e do Turismo, quatro novas ações com foco reparatório: 1) possibilidade de renegociação de dívidas de empresas com o banco; 2) redução das taxas de juros, com prazo de carência dobrado, para as MPE de todos os setores econômicos e em todos os municípios mineiros (programa BDMG Solidário); 3) agilização de processos (dispensa de documentos) para MPE do setor da Saúde; 4) ampliação em R$ 100 milhões do limite de crédito disponível via Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), do BNDES. Além disso, o BDMG estima que, em 2020, o total de desembolsos para as MPE seja de aproximadamente R$ 1,1 bilhão.

De acordo com o governador Romeu Zema, são medidas que ajudarão a minimizar os impactos causados pela desaceleração da economia brasileira. “O que nós queremos, via BDMG, é disponibilizar linhas de crédito competitivas e desburocratizar processos. Caso sejam necessárias, outras medidas serão anunciadas para ajudar essas empresas que empregam a maior parte da mão de obra do país”, explicou.

As novas ações serão disponibilizadas a partir de hoje (8/4). “Estamos tornando ainda mais acessível e ágil a disponibilização de recursos neste momento de desafios. O BDMG, como banco de desenvolvimento, tem atuado na frente anticíclica deste cenário com um conjunto de ações efetivas para minimizar os impactos econômicos e sociais desta pandemia”, afirma Sergio Gusmão, presidente do banco.

A fim de reduzir a burocracia e dar maior celeridade ao processo, a grande maioria das solicitações de crédito e pedidos de renegociação poderá ser feita on-line, pela plataforma digital do banco (www.bdmg.mg.gov.br). “O BDMG foi o primeiro banco de desenvolvimento brasileiro a implantar um sistema digital para requisição de crédito. Hoje, no cenário deflagrado pela pandemia, termos esta tecnologia a serviço dos nossos clientes será especialmente importante para dar maior celeridade às análises”, complementou Sergio Gusmão.

Síntese do Plano

Ações já efetivadas

O BDMG iniciou a execução de plano para enfrentamento das consequências econômicas da Covid-19 nas duas últimas semanas com a adoção de duas medidas específicas destinadas a cadeias econômicas estratégicas para o Estado. Confira:

1. Abertura de três linhas de crédito específicas para empresas de todos os portes do setor de Saúde

A primeira ação do planejamento do BDMG, anunciada no dia 16/3, foi a abertura de três linhas de crédito com condições especiais para auxiliar empresas do setor de Saúde, que somam mais de 35 mil estabelecimentos em Minas Gerais. São recursos para capital de giro e investimentos para compra de matéria-prima para fabricação de produtos de alta demanda (máscaras, álcool em gel, lenços, etc.), reforço de estoque, preparação de leitos, contratação de mão de obra temporária, entre outros.

Podem acessar os recursos empresas de todos os portes, desde farmácias, distribuidores e fabricantes de materiais de higiene até laboratórios, indústrias do ramo e hospitais. As condições especiais variam para cada faixa. Para as MPE com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, por exemplo, o BDMG está oferecendo juros prefixados a partir de 0,83% ao mês, prazo de pagamento de até 48 meses e até 6 meses de carência.

2. Redução das taxas e melhoria de prazos para as MPE do setor de Turismo (inclui bares e restaurantes)

No dia 24/3, o BDMG anunciou condições de financiamento facilitadas para as MPE da cadeia do Turismo, que reúne mais de 60 mil estabelecimentos no estado, entre bares, restaurantes, pousadas, empresas de transporte, de infraestrutura de eventos, de produções artísticas e muitas outras.  Operada com recursos do Fundo Geral do Turismo (Fungetur), a linha abaixou os juros de 0,57% ao mês (+ INPC) para 0,41% ao mês (+ INPC). O prazo de carência dobrou de 6 para 12 meses, com pagamento em até 48 meses.

Novas ações

Nesta quarta-feira, (8/4), estão sendo anunciadas mais quatro medidas:

3. Possibilidade de renegociação de dívidas com o Banco

Oferecimento às MPE adimplentes da possibilidade de renegociar suas dívidas com o BDMG, solicitando o adiamento do pagamento das parcelas por até 90 dias e mantendo a taxa de juros do contrato original.

4. Redução das taxas de juros e prazo de carência dobrado para as MPE com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões de todos os setores econômicos e em todos os municípios mineiros (programa BDMG Solidário)

Os juros para as micro e pequenas empresas de qualquer setor de atuação obterem capital de giro cairão para a partir de 0,83% ao mês, com 6 meses de carência e pagamento em até 48 meses. Como referência, a taxa inicial classicamente praticada pelo BDMG era 0,98% ao mês e a carência de 3 meses.

5.  Agilização de processo para MPE do setor da Saúde

A fim de proporcionar ganhos de agilidade, as micro e pequenas empresas do setor da Saúde – que são aquelas que atuam mais diretamente na mitigação da Covid-19 – estão dispensadas de apresentar comprovação patrimonial com certidões de cartório, IPTU e documento de automóvel para requisição de crédito, mantendo o cadastro eletrônico na Receita Federal (e-CAC).

6.  Ampliação em R$ 100 milhões do limite de crédito disponível via Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), do BNDES.

O BDMG decidiu ampliar em R$ 100 milhões o limite de crédito disponível via Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), do BNDES. Isso significa mais recursos para oferecer a empreendimentos de todos os portes (com limite de faturamento anual de R$ 300 milhões) e de todos os setores no estado. O montante estará disponível nos próximos dias.

Fonte: Agência Minas
Foto: Gil Leonardi – Imprensa/MG

 

Empresas no Simples Nacional poderão adiar pagamento dos tributos do Simples em nível, municipal, estadual e federal

As empresas inscritas no Simples Nacional poderão adiar por 90 dias o pagamento do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) e do ISS (Imposto sobre serviços de qualquer natureza).
 
A medida deve dar um alívio ao caixa de empresas com receita bruta anual de até R$ 4,8 milhões durante a crise econômica do coronavírus.
 
A decisão foi tomada na manhã desta sexta durante reunião do Conselho Gestor do Simples Nacional.
 
Para o presidente da CNDL, José César da Costa, o anúncio traz alívio para o setor e atende à solicitação da Entidade que busca junto ao governo medidas que diminuam o impacto da pandemia do coronavírus nas manutenção das empresas, principalmente os associados da CNDL.
 
“Essa é uma importante medida que buscávamos junto ao governo e que atende principalmente aos micro e pequenos empresários. O empresário está aflito sem saber como irá manter sua empresa e os postos de trabalho durante essa crise”, destaca Costa.
 
O governo federal decidiu que os pagamentos de abril, maio e junho serão em outubro, novembro e dezembro. Estados e municípios aceitam adiar 6 meses os tributos devidos por quem é MEI (microempreendedor individual). No caso do Simples Nacional, o adiamento será por 3 meses.
 
 

Coronavírus: um resumo das medidas contra a crise

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O Ministério da Economia criou uma página para informar sobre todas as ações que o Governo Federal está tomando para minimizar o impacto do coronavírus no setor produtivo. A página “Vamos vencer – Medidas de apoio ao setor produtivo”, que está hospedada no portal gov.br, procura ajudar o empresário a se orientar em relação às inúmeras ferramentas implementadas pela equipe econômica.

No endereço, as medidas estão divididas em seis perfis de empresas: Indústria de médio e grande porte, indústria de pequeno porte, comércio de médio e grande porte, comércio de pequeno porte, serviço de grande e médio porte e serviço de pequeno porte.

Em cada um dos links é possível encontrar o detalhamento das mediadas e a orientação de como ter acesso, por exemplo, à suspensão de processos de cobrança da dívida ativa da União, para o caso de empresa ser da indústria de grande e médio porte, ou às linhas de crédito em condições especiais, para as empresas de serviço de pequeno porte.

A página passa por atualizações diárias e acompanha a tramitação das Medidas Provisórias que ainda não foram aprovadas. Confira!

 

Portal Vamos Vencer

Confira as medidas do Governo Federal para os setores industrial, de comércio e serviço.

 

Perfil de comércio

Comércio de médio e grande porte

Comércio de pequeno porte

 

Perfil de serviços

Serviços de médio e grande porte

Serviços de pequeno porte

 

Perfil industrial

Indústria de médio e grande porte

Indústria de pequeno porte

 

Em carta ao Ministério da Economia e ao Banco Central, entidades pedem medidas para a sobrevivência dos negócios


Texto foi encaminhado em conjunto por 5 entidades do setor de comércio e serviços: Abrasce, IDV, CACB, CNDL e ABF


A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) encaminharam nesta segunda-feira (30) duas cartas endereçadas ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em que pedem medidas para a sobrevivência dos pequenos e médios varejistas frente à crise do Coronavírus. Além da CNDL e CACB, assinam os documentos a Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) e a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

No texto, as entidades questionam por quanto tempo os empregadores conseguirão sustentar a folha de pagamento e todos os custos das empresas, como fornecedores, aluguéis e impostos, por exemplo. “As medidas de saúde pública exigem, simultaneamente, medidas de natureza econômica, a fim de evitar um colapso do setor produtivo, agravando ainda mais o quadro de saúde da população, especialmente daqueles de baixa renda e sem poupança para fazer frente a paralisia da economia”, alerta os documentos.

No texto enviado ao Ministério da Economia, no intuito de mitigar os impactos econômicos na cadeia produtiva, as entidades sugerem:

  • suspensão provisória do recolhimento PIS/Cofins;
  • isenção ou diferimento de todos os impostos incidentes sobre a folha salarial;
  • suspensão de prazos processuais administrativos, fiscalizatórios e tributários;
  • suspensão das obrigações acessórias;
  • compensação de créditos tributos federais;
  • atuação do BNDES e da Caixa Econômica na estruturação financeira de suporte de crédito às empresas e aos trabalhadores;
  • aprovação do PL 1009/2020, do deputado Efraim Filho, que dispõe sobre a interrupção do contrato de trabalho, com compensação financeira ao empregado;
  • e atuação do Banco Central para evitar a elevação desmedida das taxas de juros.

Já no texto encaminhado ao Banco Central, as sugestões são:

  • a utilização da estrutura dos adquirentes de cartão de crédito para viabilizar a concessão com taxas mais baixas;
  • atenção a despeito das medidas de injetar liquidez no sistema financeiro nacional;
  • a criação de linhas de crédito específicas para o varejo e para o setor de franquias;
  • a criação de outras linhas de crédito a serem acessadas após o término da crise, visando a retomada das atividades;
  • e a liberação dos recursos do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas.

O objetivo das medidas, segundo as entidades, é dar aporte à saúde financeira de todo o setor produtivo brasileiro, oferecendo condições para a garantia da sobrevivência e do emprego.

Os setores de comércio e serviços representam mais de 5 milhões de negócios no país, sendo responsáveis por cerca de 70% do PIB, mais de 26 milhões de empregos diretos (com carteira assinada) e quase 70% dos recolhimentos de encargos sociais que possibilitam manter as contas públicas vinculadas à Seguridade Social.

“Juntos, atravessaremos este período ímpar com folego para cuidar das cicatrizes e voltar a fazer o país crescer”, finalizam as cartas.

Clique e acesse a íntegra dos documentos enviados:

Carta ao Ministério da Economia

Carta ao Banco Central


(Matéria original: CACB)

 

Governo anuncia linha de crédito para financiar folha de pagamento de empresas

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Na tentativa de reduzir os impactos da crise econômica gerada pela pandemia de coronavírus, o governo anunciou nesta sexta-feira, 27, uma linha de crédito para cobrir parte da folha de pagamento de micro e pequenas empresas. O anúncio foi feito pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, ao lado do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e presidentes de bancos públicos.

O programa destinará R$ 40 bilhões para financiar o pagamento de salários por dois meses, R$ 20 bilhões por mês. O objetivo é atingir 1,4 milhão de empresas e 2,2 milhões de pessoas.

As empresas que poderão ter acesso às linhas têm faturamento entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões. O recurso será depositado diretamente na conta de cada trabalhador indicado pela empresa, que não poderá demiti-lo nesses dois meses.

"O dinheiro vai direto para a folha de pagamento. A empresa fecha o contrato com o banco, mas o dinheiro vai direto para o funcionário, cai direto no CPF do funcionário. A empresa fica só com a dívida", disse Campos Neto.

O programa é limitado a dois salários mínimos e, mesmo quem ganha acima disso, receberá no máximo esse valor.

Por exemplo: se o salário do empregado é de um salário mínimo (R$ 1.045), ele continuará ganhando o mesmo valor. Caso ele receba três salários mínimos (R$ 3.135), porém, ele vai ganhar dois salários mínimos (R$ 2.090) nesses dois meses.

Dos R$ 20 bilhões mensais, R$ 17 bilhões virão do Tesouro Nacional e o restante de bancos. "O risco será divido 85% para o governo e 15% para o setor bancário".

A linha terá juro de 3,75% ao ano, sem a cobrança de spread bancário. Haverá seis meses de carência para o início do pagamento e 36 meses para quitar a dívida.

"O Programa vai ajudar muito pequenas e medias empresas, um segmento que emprega muito. Está em linha com o que o governo tem anunciado", disse Campos Neto.

Campos Neto ressaltou o aumento no volume do mercado de capitais que permitiu que grandes empresas busquem financiamento nesse mercado e abriu espaço para os bancos financiarem o pequeno e médio empresário.

(Fonte: Rádio Itatiaia / Foto: Marcos Corrêa/PR)