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Como motivar uma equipe sem precisar gastar muito? Descubra agora!

Uma equipe mais motivada gera resultados muito melhores para qualquer empresa. Existem algumas práticas que, quando colocadas em prática, produzem um maior grau de satisfação e motivação entre os seus colaboradores. 

Pensando nisso, vamos abordar ao longo deste artigo algumas dicas para você, empreendedor, descobrir como motivar uma equipe sem realizar grandes investimentos. Afinal, a racionalização do gasto dos seus recursos financeiros é primordial para a alavancagem comercial do seu negócio.

Então, não perca tempo e continue a leitura até o final para não perder nenhuma informação. Veja! 

Reconhecer um bom trabalho 

É esperado que o empresário procure cobrar para que os colaboradores executem um bom serviço. Isso é muito importante, pois assim as atividades são feitas com um alto grau de comprometimento e engajamento. 

Entretanto, é fundamental, também, saber reconhecer um trabalho feito com qualidade. Além disso, é necessário dialogar com a sua equipe e demonstrar o contentamento. A valorização pode ser feita tanto de forma individual ou de forma geral, quando todos os colaboradores se uniram e tiveram um bom desempenho. Fique atento a essa dica! 

Dar bons exemplos para inspirar 

Inspiração é o que guia uma pessoa a buscar melhorar e seguir os padrões e atitudes do indivíduo que é referência para ela. Por isso, dar bons exemplos é uma forma prática e bastante válida para motivar a sua equipe.

Existem muitos casos que a própria trajetória de vida do fundador da empresa é um grande exemplo. Dessa forma, procure colaboradores que possuem características positivas e diferenciais que podem ajudar outros empregados a seguirem a mesma conduta. 

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Não se esqueça de sempre priorizar a escolha de pessoas que podem ajudar a replicar e espalhar o bom exemplo como uma cultura organizacional da sua empresa. O papel dos replicadores é primordial para motivar outros colaboradores da sua equipe, transmitindo virtudes e características que podem promover o crescimento pessoal e profissional. 

Oferecer benefícios aos empregados por meio de parcerias 

Os benefícios são uma prática já bastante utilizada para motivar a equipe. Entretanto, aqui não trataremos das bonificações financeiras. E sim, de outros benefícios que podem ajudar o empresário na tarefa de impulsionar os seus trabalhadores. 

Existem parcerias que dão acesso à cultura, descontos para produtos próprios e de outras lojas, dentre outros. Procure sempre a melhor opção para o seu negócio!

Estar aberto para ouvir e entender os funcionários 

O feedback é algo excelente para traçar novas estratégias e avaliar como está o ambiente de trabalho, as dificuldades e os elogios. Por isso, esteja sempre aberto e crie um canal de comunicação com os seus colaboradores para entender quais dificuldades podem estar impactando negativamente o desenvolvimento das suas funções. 

Ouça com atenção e procure ser solidário com a sua equipe. Isso gera muito reconhecimento e desperta o sentimento de valorização entre eles, melhorando a relação patrão-empregado. Afinal, os trabalhadores são os principais responsáveis por tornarem uma ideia empreendedora, de fato, uma realidade.

Além disso, os colaboradores que dão continuidade aos projetos comerciais e alavancam o crescimento empresarial como um todo. 

Ter metas claras e realistas 

As metas são fundamentais para promover a ampliação da operação comercial e por motivar os seus colaboradores. Essa motivação é conseguida, em grande parte, pelo pagamento de bônus e outros benefícios a quem consegue alcançar e bater as metas da empresa. 

Entretanto, é preciso que essas metas sejam bem claras e realistas. Isso é necessário, pois os seus empregados devem saber quais são as metas individuais para assim procurar alcançá-las. No quesito de ser realista, temos o fato de que devem ser possíveis de serem efetivadas. 

Vamos imaginar um exemplo para facilitar esse entendimento. Suponhamos que uma pequena loja de decoração, que vende em média R$ 30 mil reais por mês. Com isso, foi definido uma nova meta geral de vendas no valor de R$ 80 mil reais. 

Não é preciso ser um exímio gestor para compreender que essa meta está bem acima das capacidades do empreendimento. Desse modo, procure ser realista e discutir com os seus funcionários os valores anteriormente. 

Assim, será possível, de fato, alcançar as metas propostas, gerando retorno para o empresário e para os colaboradores. 

Comemorar as vitórias 

Existem inúmeros desafios na condução de uma empresa. Dificuldades e situações conflitantes tendem a aparecer naturalmente durante esse processo. Os momentos de conquista e vitória são muito importantes e não podem ser negligenciados. Por isso, esta é a nossa dica para motivar a sua equipe: comemore as vitórias. O grupo precisa saber reconhecer quando um bom trabalho é realizado. 

Essa é a dica básica para quem deseja motivar uma equipe. Não se esqueça disso! 

Investir em saúde e bem-estar 

Saúde, bem-estar e produtividade são fatores que estão intimamente correlacionados. Então, a nossa dica é procurar formas de melhorar o bem-estar, no trabalho e na residência do trabalhador. As startups — empresas de tecnologia disruptiva — têm iniciativas bem interessantes nessa área. Por exemplo, a inclusão de locais para relaxamento, redes e sala de jogos são estratégias adotadas. 

Com isso, o empregado sente-se valorizado e cada vez mais feliz em desenvolver as suas habilidades naquela empresa. Esses resultados são visíveis, visto que essas companhias contam com um grande grau de satisfação interna. Então, não perca tempo e procure adotar estratégias que podem melhorar na saúde e bem-estar dos seus colaboradores! 

Investir em espaços descontraídos é uma forma inteligente. Existem algumas outras opções que nós listaremos para que você, empreendedor, possa conseguir melhorar a saúde e o bem-estar dos seus funcionários. Veja! 

Uma rotina de atividade física, por exemplo, é uma forma interessante de melhorar a saúde no mercado de trabalho. A presença de um profissional para a execução de atividades básicas e práticas laborais já melhora muito a disposição e, até mesmo, a ergonomia.

Ao longo do artigo, você pode descobrir como motivar uma equipe, e qual a importância dessa prática para o crescimento pessoal dos seus colaboradores. Agora, que tal colocar em prática tudo o que foi abordado aqui no seu negócio?

(Fonte: CDL BH)


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Como otimizar a gestão de vendas da empresa? Aprenda aqui!

Realizar uma boa gestão de vendas é indispensável para otimizar os resultados da loja e aumentar o lucro obtido. No entanto, existem desafios que devem ser enfrentados para alcançar esse sucesso. Por exemplo, superar a falta de processos claros ou profissionais devidamente treinados.

Por essa razão, o gestor ou empresário precisa recorrer a uma série de táticas, como a criação de mecanismos para conceder crédito com segurança, a mensuração dos resultados obtidos e a definição de metas desafiadoras para o futuro.

Sabemos da importância da gestão de vendas da empresa, por isso elaboramos este artigo. Nele, você vai entender as principais dicas para vender bem, com segurança e manter os clientes satisfeitos. Continue a leitura e fique por dentro do assunto!

Mensure os atuais resultados de venda

É muito difícil promover melhorias pontuais e consistentes sem que, primeiro, se conheça os resultados de venda. Todo gestor precisa entender o estado atual do negócio, somente depois definir e executar uma estratégia de melhoria.

Então inicie diagnosticando os atuais resultados, mensure o:

  • total de vendas realizadas por mês;
  • número de metas batidas;
  • percentual de clientes satisfeitos;
  • valor médio das vendas.

Essas são algumas das métricas mais importantes. Com elas, se o gestor, por exemplo, perceber que o valor médio das vendas (também chamado de tíquete médio) está abaixo do padrão do seu segmento, fica mais fácil reverter a situação com maior assertividade.

Conte com a ajuda de recursos tecnológicos

Além do tradicional software de venda, existem outras tecnologias que podem potencializar a performance da loja. É possível iniciar uma ação de e-mail marketing, investir em um sistema de CRM (destinado ao relacionamento com os clientes) ou usar os dados internos e externos para conhecer o público-alvo (Big Data).

A tecnologia também deverá ser usada para garantir maior segurança nas transações, especialmente na concessão de crédito próprio. Ao contar com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), torna-se possível consultar o CPF ou CNPJ do cliente na hora da compra, reduzindo significativamente as chances de algo dar errado.

Mantenha a equipe de vendas treinada

Por incrível que pareça, o principal motivo para os clientes deixarem uma empresa não é o preço elevado ou a falta de qualidade dos produtos. Segundo pesquisa veiculada pela Exame, 86% dos consumidores migraram para a concorrência devido ao mau atendimento.

Então é necessário manter todo o time qualificado para atender bem. No entanto, sabe-se que, no Brasil, os colaboradores passam por uma média de apenas 21 horas de treinamento ao ano, um número considerado baixo por especialistas.

O treinamento com ensino a distância (EAD) tem se mostrado uma poderosa ferramenta para manter os vendedores qualificados com custo acessível. Por meio de modernas plataformas online de educação, todo o time pode ser treinado com flexibilidade e custo-benefício.

Realize projeções de vendas e trace estratégias

Muitos comerciantes não possuem o hábito de criar projeções de vendas e discutir com seus funcionários acerca de estratégias para obtenção de melhores resultados. Isso é um grande equívoco, porém, pode ser facilmente eliminado.

Ao menos uma vez por semana, estabeleça projeções com os vendedores, pergunte-lhes sobre as principais vendas da semana e o que falta para concluí-las. Muitas vezes, o apoio da alta administração é suficiente para fechar mesmo as vendas mais difíceis.

Faça dessas reuniões um hábito dentro da loja, mantendo-se sempre atualizado e envolvido no processo de venda. Avalie se as projeções estão se concretizando, caso não estejam, identifique e neutralize a causa para o problema.

Estabeleça o preço certo para os produtos

Na gestão de vendas, estabelecer e administrar adequadamente o preço dos produtos é essencial. O preço correto transmite uma imagem alinhada ao posicionamento da empresa, facilita o fechamento de vendas e o alcance das metas da loja.

Existem três pilares para estabelecer bons preços:

  • os clientes — qual a percepção de valor do público-alvo?
  • a concorrência — quanto outras empresas cobram pelo mesmo produto?
  • os custos ­— quais custos estão envolvidos com a produção e/ou venda?

O preço ideal deve ser suficiente para pagar todos os custos e impostos, além de gerar o lucro desejado. Também é interessante eliminar o máximo de custos, desde que isso não afete a qualidade do produto, assim a margem de lucro poderá ser muito maior.

Defina metas desafiadoras para todo o time

Ainda existem lojas que não definem metas para seus funcionários, porém, isso implica em perda de competitividade e obtenção de piores resultados. Com boas metas, é possível direcionar a equipe, estimular grandes conquistas e obter resultados específicos.

De modo geral, metas de qualidade contam com 5 características, elas são: específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais. Em muitos lugares, esse padrão é conhecido como SMART (em inglês, um acrônimo das palavras anteriores).

Também é interessante que o comerciante estabeleça metas individuais, fazendo com que os profissionais melhorem a cada período; e coletivas, estimulando a colaboração e o espírito de equipe dentro do estabelecimento.

Evite problemas com um bom sistema pré-vendas

Se as dicas anteriores forem seguidas, certamente haverá melhores resultados na gestão de vendas. No entanto, é importante considerar que diversas pessoas realizam compras a crédito com más intenções e, por muitas vezes, o lojista é prejudicado.

Como nunca, o número de inadimplentes tem crescido. Pelo avanço da tecnologia, as tentativas de golpes também são maiores e mais inteligentes. Então é preciso se proteger!

É importante que a empresa conte com um sistema pré-venda, especialmente aquelas que disponibilizam crédito próprio. Desse modo, torna-se fácil identificar os clientes com perfil de bom pagador, bem como aqueles que possuem restrições.

Nesse caso, é interessante contar com produtos que ajudem a vender com segurança. Com uma simples consulta ao SPC, por exemplo, é possível confirmar os dados do cliente, identificar suas dívidas atuais e acompanhar seus últimos endereços.

Como visto, ao aplicar as dicas aqui citadas você conseguirá otimizar a gestão de vendas da empresa, realizar transações com maior segurança e manter a equipe entusiasmada na busca pelos resultados. A preocupação em vender mais e melhor deve ser diária, assim o negócio poderá ser muito bem-sucedido.

(Fonte: CDL/BH)

 


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Cresce para 63% o número de consumidores que controlam suas finanças

Saber controlar os gastos pessoais e manter o pagamento das contas em dia é o caminho mais fácil para atingir uma vida financeira saudável. Um levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), feito em parceria com o Banco Central do Brasil (BCB), revela que cresceu o número de brasileiros que acompanham e analisam seus ganhos e gastos por meio de um orçamento,passando de 55% em 2017 para 63% ao final de 2018. 

Ainda assim, mais de um terço (36%) dos brasileiros não administra as próprias finanças, embora esse resultado represente uma queda de nove pontos percentuais na comparação com a pesquisa anterior

O caderno de anotações desponta como o mecanismo mais utilizado pelos entrevistados para registrar sua movimentação financeira, com 33% de citações.

Já a planilha no computador é o instrumento preferido de dois em cada dez (20%) pessoas ouvidas, enquanto 10% registram as receitas e despesas em aplicativos de smartphones.

Considerando os métodos informais de acompanhamento dos ganhos e gastos, o mais frequente é o cálculo de cabeça, citado por 19% dos consumidores. Há ainda 13% que simplesmente não adotam qualquer método e 3% que delegam a função para outra pessoa.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, avalia que o consumidor não deve ter vergonha de utilizar o velho caderninho de anotações na hora de controlar as contas domésticas.

“Se o método for organizado, não importa qual seja a ferramenta. O importante é nunca deixar de analisar as informações anotadas. Algumas pessoas têm facilidade com planilhas ou aplicativos, mas outras ainda preferem um pedaço de papel. Ainda assim, é recomendável que o consumidor não se acomode e procure experimentar algo diferente, pois os aplicativos digitais surgiram para facilitar a vida financeira das pessoas, tornando o controle acessível a qualquer momento e lugar”, orienta a economista.

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Fato é que anotar todos os ganhos e gastos no mês – até mesmo os pequenos gastos com balinha ou cafezinho – é importante para que o consumidor entenda para onde foi seu dinheiro.

Com base nas anotações, é possível agrupar as despesas em categorias (por exemplo, habitação, alimentação, transportes, comunicação, vestuário, lazer) e assim analisar sua vida financeira e, se for o caso, equilibrar os gastos de acordo com as próprias prioridades.

Só 56% dos que fazem controle planejam gastos do mês com antecedência; 62% sentem dificuldades para administrar finanças

A pesquisa mostra que mesmo entre os que adotam algum método de controle das finanças, muitos acabam pecando pela forma com que administram os gastos. Tanto é que 36% desses entrevistados não planejam o mês com antecedência e vão registrando os gastos pessoais conforme eles ocorrem e outros 8% só anotam os gastos após o fechamento do mês.

Já 56% planejam o mês com antecedência, registrando a expectativa de receitas e despesas dos 30 dias seguintes. 

(Fonte: SPC Brasil)

 

Como uma gestão empresarial eficiente pode ajudar meu negócio a pagar menos impostos?

Não é segredo para ninguém que a carga tributária no Brasil é muito alta. É exatamente por isso que pagar menos impostos é o sonho de todo gestor.

Para alcançar esta meta, no entanto, é preciso agir com cuidado e conhecer a legislação de forma ampla e aprofundada. Caso contrário, você poderá cometer alguns equívocos e, ainda que sem intenção, incorrer no crime de sonegação fiscal.

É por esse motivo que toda empresa deve contar com uma gestão empresarial eficiente e capaz de realizar um planejamento tributário completo. No texto de hoje, falaremos sobre o assunto para que você entenda como proceder e quais são as vantagens. E acredite: elas vão muito além da redução do impacto da carga tributária!

Por que é importante ter uma boa gestão financeira?

Dentro de qualquer empresa, independentemente do tamanho, só é possível planejar ações e fazer investimentos seguros quando se tem um conhecimento profundo sobre as finanças.

Esse conhecimento não está relacionado apenas ao pagamento pontual das contas e ao cálculo dos lucros mensais e anuais. Pensar em finanças envolve uma análise completa do fluxo de caixa, do patrimônio imobiliário, dos investimentos já realizados, das despesas fixas e variáveis, das condições do mercado e da concorrência, entre outros.

Caso você não realize um controle eficiente, dificilmente será possível otimizar os lucros e projetar metas seguras de crescimento. Por outro lado, com uma boa administração, esse cenário se inverte. Entre as vantagens, podemos citar:

  • redução de estoques desnecessários;
  • aumento do número de vendas à vista;
  • redução da inadimplência pelo uso de mecanismos efetivos de cobrança;
  • aumento da lucratividade;
  • maior controle dos recursos financeiros;
  • melhores condições de crédito no mercado; e
  • segurança na tomada de decisões.

Quais ações interferem positivamente na gestão?

Para melhorar a sua gestão e alcançar resultados, é importante que conte com o apoio de profissionais contábeis de confiança e aumente o controle sobre as ações diárias da empresa.

É importante realizar um registro completo das contas a pagar e dos valores que entrarem no caixa, bem como organizar todos os pagamentos por data, separando as despesas por categorias: fixas ou variáveis, despesas com funcionários, despesas com materiais de trabalho etc.

Além disso, você deve ficar atento para nunca confundir as contas pessoais com as da empresa. A confusão pode interferir no controle do caixa e nos relatórios mensais, causando prejuízos ao fechamento anual e à projeção de investimentos.

Para auxiliar na organização e na segurança das informações, é interessante contratar softwares de gestão contábil e usar a tecnologia a seu favor. Isso porque, com a ajuda deles, você poderá gerar relatórios rápidos, ter um controle da agenda e integrar todas as operações.

Por fim, mas não menos importante, é essencial que, ao lado da boa gestão diária, seja realizado um planejamento tributário e um estudo sobre estratégias para reduzir o impacto da carga tributária sobre a sua atividade.

O que é planejamento tributário?

O planejamento tributário é um conjunto de ações que visa otimizar a lucratividade de uma empresa. A partir de um conhecimento aprofundado da situação econômica do negócio, o que só é possível quando se tem uma boa gestão financeira, serão estudadas estratégias lícitas que levem à redução da carga tributária sobre as atividades.

Como ele contribui para a empresa pagar menos impostos?

A legislação brasileira é ampla e existem vários benefícios tributários, várias hipóteses de isenção e, principalmente, vários tipos de enquadramento fiscal. A partir do conhecimento do seu próprio negócio, será possível adotar medidas inteligentes e eficientes, tais como:

Optar pelo enquadramento fiscal adequado

Uma empresa pode optar pelo Simples Nacional, pelo Lucro Real ou pelo Lucro Presumido. A escolha é anual e antes de fazê-la é importante analisar qual a atividade prestada, quais os impostos que incidem sobre ela etc.

Isso porque, em alguns casos, o regime mais simples pode gerar um impacto mais alto por não conter alguns benefícios e algumas isenções. Portanto, sem conhecer o porte do negócio e o faturamento, fica difícil decidir com segurança.

Evitar a incidência do tributo

A mudança em alguns procedimentos internos da empresa pode impedir a realização do fato gerador de algum tributo, fazendo com que a obrigação de pagar deixe de existir. Mas é preciso pensar sobre isso com calma e agir apenas quando tiver segurança.

Lembre-se que qualquer ação equivocada pode configurar sonegação fiscal e levar ao pagamento de multas. Portanto, conte sempre com um profissional qualificado e não faça nada sem ter profundo conhecimento sobre a sua empresa!

Adiar o pagamento dos tributos

Por meio dos regimes de caixa e de competência, você consegue adiar o pagamento de um tributo sem que incida juros e penalidades administrativas.

A aplicação dessas estratégias deve observar procedimentos e prazos específicos. Para executar essas estratégias, é imprescindível que haja um bom conhecimento detalhado sobre a legislação da área de atuação, como os requisitos e procedimentos envolvidos.

Diminuir o pró-labore

Retiradas mensal de valores altos geram incidência do Imposto de Renda. Porém, ao converter o pró-labore em divisão de lucros, é possível ficar isento do pagamento do imposto.

Com o planejamento certo, você conseguirá fazer os cálculos, definir retiradas mensais adequadas e ter uma previsão dos lucros a serem divididos no final do exercício financeiro.

Terceirizar

Ao terceirizar atividades que não fazem parte do objetivo principal do seu negócio, surge a opção de deduzir os gastos da terceirização quando for fazer o cálculo do PIS/COFINS, mas isso acontece apenas quando você é optante do Lucro Real.

Independentemente disso, porém, o procedimento de terceirização pode ser mais econômico e até mais eficiente. Com o conhecimento aprofundado sobre a realidade da sua empresa, haverá a possibilidade de analisar a questão com segurança e economizar não só com impostos, mas também com encargos trabalhistas.

Com a ajuda de profissionais experientes e com a realização de uma boa gestão financeira, você certamente poderá realizar um planejamento tributário eficiente, pagar menos impostos e investir esse dinheiro em ações que visem o crescimento da empresa e a consolidação da sua marca.

(Fonte: CDL-BH)


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Com melhora da confiança, 41% dos micro e pequenos empresários devem investir mais em 2019

Entre as MPEs que pretendem realizar investimentos, 60% têm como meta o aumento das vendas. Intenção de tomar crédito também avança 16% em janeiro de 2019 antes o mesmo mês do ano anterior

Diante da perspectiva de recuperação da economia, os micro e pequenos empresários do varejo e comércio têm demonstrado maior apetite para realizar investimentos em 2019. É o que aponta dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

O levantamento mostra que 41% desses empresários pretendem investir este ano, ante 35% em 2018. Por outro lado, 38% não planejam fazer qualquer tipo de movimento nesse sentido e 21% ainda não sabem o que farão.

O indicador que mede a propensão de investimento das MPEs (micro e pequenas empresas) passou de 41,4 pontos em janeiro de 2018 para 47,9 em janeiro de 2019, uma alta de 16% na comparação anual. Pela metodologia, quanto mais próximo de 100, maior a propensão para o investimento. Quanto mais próximo de zero, menor a propensão.

Entre os empresários que devem investir, seis em cada dez (60%) miram o aumento das vendas, enquanto 27% visam atender ao aumento da demanda e 25% querem adaptar sua empresa às novas tecnologias. A principal finalidade para esses recursos será a compra de equipamentos (31%). Em seguida, 26% buscam reformar a empresa e 22% ampliar seus estoques.

Na avaliação do presidente da CNDL, José César da Costa, a volta do apetite por novos investimentos reflete a melhora da confiança. “A expectativa com relação ao futuro da economia e dos negócios é de que a atividade econômica cresça com mais força este ano, impulsionando o consumo e, por consequência, o faturamento das empresas”, ressalta.

Demanda das MPEs por crédito avança 16% na comparação anual; 29% consideram processo de contratação difícil

O ano também começa com os micro e pequenos empresários mais propensos a tomar crédito do que em 2018. Em janeiro de 2019, o indicador que mede a demanda por crédito registrou 25,1 pontos contra 21,6 pontos no mesmo mês do ano anterior, o que significa um avanço de 16%. Esse aumento dá indícios de retomada do crédito, embora de forma tímida.

Em termos percentuais, os dados indicam que 15% das MPEs pretendem contrair crédito nos próximos três meses. Em contrapartida, 67% descartam essa possibilidade — em janeiro de 2018 esse número representava 76% — e 18% ainda não sabem dizer se vão recorrer a recursos extras.

O empréstimo lidera a lista de modalidades que devem ser contratadas, com 49% das menções. Em segundo lugar vem o financiamento (17%) e em terceiro o cartão de crédito empresarial (11%). A sondagem constatou ainda que 29% consideram o processo de contratação de crédito difícil, ao passo que 22% acham fácil ou 17% não consideram nem fácil e nem difícil. Além desses, um percentual expressivo declara nunca ter contratado crédito, chegando a 29%.

Questionados sobre os entraves para contrair crédito, 60% dos que consideram a contratação difícil apontam como principais problemas a burocracia e as exigências dos bancos. Para 57%, os juros altos são um grande impeditivo. Já entre os que consideram fácil a obtenção de crédito, 49% citam o bom relacionamento com as instituições financeiras. Já 37% mencionam o fato de ter as contas em dia e 26% dizem que a documentação da empresa em ordem facilita o processo. Outros 21% apontam o tempo de existência da empresa como item importante.

“As altas taxas de juros, que ainda seguem elevadas mesmo com as quedas recentes, acabam inibindo a tomada de crédito por boa parte do empresariado. Além disso, há o desconhecimento das modalidades existentes no mercado. Muitas opções estão disponíveis, com condições e taxas menores para o segmento de MPEs ”, destaca o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

(Fonte: CNDL)


Empretec


 

 

Elabore o planejamento estratégico da sua empresa

Equipe empresarial elaborando um planejamento estratégico

Para atingir grandes resultados, é preciso ter um bom trabalho de planejamento estratégico para que os objetivos sejam alcançados. Além disso, esse processo é fundamental para que o empreendimento consiga se destacar da concorrência no seu mercado de atuação e ter uma boa administração de empresas.

Um planejamento e análise de estratégias deve englobar diversos aspectos como: análise da satisfação interna, indicadores de resultados, definições de metas e objetivos, além do ambiente externo da empresa.

Tudo isso só faz sentido se houver uma execução primorosa das estratégias pensadas. Por isso, o plano estratégico de uma empresa deve ser muito bem estruturado e, principalmente, analisado periodicamente. Com isso, fica muito mais fácil alcançar os propósitos e os resultados que geram muito valor à marca.

Pensando um pouco mais nas dúvidas que podem surgir sobre essa temática, elaboramos este material com todas as informações necessárias sobre o assunto. Quer se tornar um especialista em planejamento estratégico? Então, confira a leitura de todo o artigo até o final!

1. Analise as forças competitivas no mercado

Em primeiro lugar, é fundamental que haja uma análise da concorrência. Nesse ponto, há necessidade de se abrir um pouco mais o entendimento acerca de mercado. Isso baseia-se no fato de que ter concorrentes é um ponto positivo. Sabe o porquê disso?

Pois bem, isso significa que há um grau maior de maturidade no nicho de atuação, com um público consumidor estabelecido. Ou seja, se existem concorrentes, há muito espaço para inovar e crescer. Imagine um exemplo para facilitar o compreendimento sobre esse processo.

Há uma nova empresa que fabrica suplementos orgânicos para o cultivo de uma variedade de plantas existentes apenas no Japão. Esse novo empreendimento não tem concorrentes no país. Isso quer dizer que os clientes ainda precisam ser educados e conscientizados acerca da necessidade de adquirir esse produto.

Percebeu a diferença da atuação em um mercado que já é estabelecido e tem diversos concorrentes? Agora, vamos aprofundar um pouco mais sobre como é importante realizar uma análise das forças competitivas no mercado. Continue a leitura!

O empresário e a sua equipe devem concentrar esforços a fim de conseguir extrair informações valiosas sobre como é o mercado. Isso deve levar em conta diversos pontos e indicadores financeiros.

De posse dessas métricas, estratégias podem ser implementadas para fazer uma análise baseada na diferenciação. Ou seja, de que modo o meu negócio pode acrescentar ao mercado e surpreender a experiência do cliente. Afinal, em nichos concorridos, vender mais do mesmo pode não ser suficiente para garantir o crescimento e sua da empresa. Pense nesse aspecto!

Há 3 estratégias genéricas de diferenciação, segundo o conceito de Michael Porter. Veja.

Diferenciação

Como o próprio nome já sugere, a diferenciação consiste em demonstrar de que forma o seu produto ou serviço pode inovar. Além disso, o que faz com que ele não seja igual aos outros concorrentes presentes no mercado. Isso promove uma maior percepção de valor e custo-benefício ao ser bem trabalhado.

Liderança de baixo custo

A liderança de baixo custo é uma das estratégias mais utilizadas para a diferenciação e o ganho de mercado. Ela concentra-se somente em um determinado ponto: o preço. Isso é o que vai determinar se um cliente vai optar por seu produto ou de um concorrente.

É fundamental ter uma atenção especial na liderança de baixo custo, pois pode ser que a sua empresa opere no negativo. Isso ocorre caso não haja um estudo profundo de quanto o produto pode ser vendido sem que seja prejudicial ao caixa da empresa.

Afinal, com menos recursos, o custeio de todos os gastos fixos e variáveis ficam em risco. Todo esse contexto pode fazer com que a perpetuação da empresa no mercado torne-se muito difícil.

Foco

Nesse ponto, o objetivo principal é ganhar mercado focando em um nicho específico. Com isso, a empresa procura se tornar especialista e autoridade no segmento. Esse é o caso de marcas especializadas, que não têm um grande mix de produtos e clientes de áreas diferentes. Ela procura se tornar uma autoridade no mercado.

2. Identifique os principais stakeholders

Em primeiro lugar, você sabe o que é um stakeholder? Pois bem, esse termo em inglês significa que existem questões delicadas, com interesses de diversas partes em torno de um mesmo objetivo.

Então, o gerenciamento dos stakeholders é uma forma inteligente de analisar o conflito de interesses, procurando garantir um desenvolvimento sustentável e harmônico.

A identificação dos stakeholders pode ser feita analisando os principais envolvidos. Confira a lista a seguir de alguns mais comuns!

  • leis (exigidas pela esfera governamental);
  • consumidores (sedentos por qualidade, preço e condições);
  • comunidade (por exemplo, objetivando vagas de empresa para a localidade);
  • fornecedores (análises referentes a prazos e qualidade);
  • concorrência.

Os grupos de stakeholders podem estar em alguns dos tópicos acima. Entretanto, isso não quer dizer que somente nos casos acima eles estarão presentes, pois cada empresa tem uma realidade diferente. Por isso, a análise tem que ser feita considerando as particularidades do negócio em questão.

Outro detalhe importante quando se trata dos stakeholders é que eles são formados por grupos com interesses divergentes. Dessa forma, o conflito de interesses é algo muito recorrente. Para analisar como esses parceiros podem impactar o seu negócio, há a necessidade de fazer uma análise criteriosa do ambiente externo.

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Para isso, é fundamental se colocar no lugar de cada um dos grupos a fim de identificar quais pontos de interesse poderão se cruzar e gerar conflitos. Isso também é muito interessante, pois durante esse processo, novos stakeholders podem ser identificados. Ou seja, novas demandas que não estavam no planejamento inicial surgem.

Após essa análise, é preciso ter uma rotina de conduta para trabalhar com os stakeholders identificados. Isso possibilita a geração de uma relação mais amigável e aberta ao diálogo. O empreendedor deve ter bons meios de comunicação para ouvir as demandas e necessidades desses grupos. Com isso, um caminho pode ser construído a fim de alcançar uma relação mais amigável e que não traga prejuízos ao negócio.

3. Defina uma identidade para a empresa

Criar os conceitos de missão, ideia e valores é algo muito comum e recorrente para a maioria dos empreendedores. Porém, a criação de uma identidade forte e projetar a marca para um outro patamar exige uma postura diferente.

São exatamente esses pontos que fazem com que seja formada a identidade forte de uma empresa. Será que você está cometendo algum erro ao estruturar esse processo? Descubra abaixo logo abaixo.

A síntese dos valores que orientam os rumos do seu negócio é um dos passos iniciais. O trabalho deve ser muito mais profundo, analisando quais os impactos decorrentes de como os valores afetam a rotina de trabalho. A retenção de talentos é um ponto que não pode deixar de ser pensado!

A palavra-chave para conseguir alcançar a união desses ideais com a rotina de uma empresa é por meio da vivência. Isso vem do fato de que a experiência adquirida com a execução de operações diárias para tomar decisões é uma grande escola.

Ou seja, o conhecimento vindo da execução das mais diversas tarefas pode ser usado para reforçar a identidade da empresa. Nessa lógica, deve haver a criação de estratégias que reforcem a construção dessa identidade.

Responder a algumas perguntas básicas pode ajudar nesse procedimento. Minha imagem de marca é verdadeira? Como os clientes veem a marca em relação a outros concorrentes? Há uma presença online significativa do meu negócio?

A última tem um significado muito importante e demonstra como o empresário deve estar atento às mais diversas mudanças que impactam o seu negócio. O mundo está se tornando cada vez mais online. Ou seja, a presença digital virou praticamente uma obrigação para quem está atuando no mundo empresarial.

Isso só reforça a tese de como é importante conseguir planejar a construir uma identidade vitoriosa do seu empreendimento.

4. Avalie sua empresa

Você sabe o que é SWOT? Esse termo em inglês significa a abreviação das palavras “strenghts”, “weaknesses”, “opportunities” e “threats”. Traduzindo para o bom português, quer dizer “forças”, “fraquezas”, “oportunidades” e “ameaças”.

Essa conceituação de forma geral já dá uma ideia do quanto é importante incluir essa análise no seu planejamento estratégico. Antes de falarmos um pouco mais sobre como o SWOT é importante e pode ser executado, é necessário destacar um erro crucial que muitos cometem.

Alguns empreendedores acreditam que a análise SWOT deve ser feita apenas no início de um novo projeto. Isso quer dizer que eles pensam que o ambiente externo e interno deve ser verificado apenas para compreender se a ideia e estratégia do negócio pode ser vencedora. Em outras palavras, se a empresa tem chances de vingar no mercado.

Porém, pela própria criação da matriz SWOT, que é baseada na simplicidade, elaboração e análise, o processo deve ocorrer de forma recorrente. Isso diverge do pensamento incorreto que só quando um novo negócio é aberto que deve haver a ocorrência dessa tarefa.

Pois bem, agora você vai descobrir como implementar de fato a análise SWOT no seu planejamento estratégico. Leia abaixo!

Desenvolvendo sua análise SWOT

Como as siglas já trazem uma ideia do significado de cada uma na sua análise, é preciso listar algumas tarefas básicas para alcançar o sucesso. Então, defina primeiramente quais são as possíveis forças do seu negócio. Após isso, é preciso conhecer quais as fraquezas, principalmente como elas atuarão contra as suas forças.

Liste algumas das oportunidades que podem estar presentes na sua estrutura empresarial. Consequentemente, enumere as ameaças e trabalhe para não deixar de descrever todas elas. Feito isso é recomendável criar uma planilha com todos os itens.

Assim, correlações podem ser feitas para verificar cada fator da matriz. Por exemplo, veja como as forças podem potencializar algumas oportunidades. Ou então, de que forma elas podem combater algumas fraquezas.

O inverso também é uma analogia que precisa ser feita: de que modo as fraquezas podem prejudicar as oportunidades? Além disso, esses mesmos pontos de fragilidade podem aumentar as ameaças ao seu negócio.

Com essas relações fica mais fácil descobrir alguns pontos vitais ao bom andamento das atividades e desafios que a sua empresa pode enfrentar. Negligenciar alguma das informações é um erro que pode custar a perpetuação da ideia empreendedora e fazer com que as atividades encerrem. Esse é o maior medo de todo comerciante, não é verdade?

Para que um negócio consiga criar um planejamento estratégico, organizativo e tático, é importante que a empresa conheça seus processos muito bem. Dessa forma, ela conhece perfeitamente o ambiente em que está se posicionando, identifica as oportunidades e os pontos que podem impactar diretamente na atividade.

Tudo isso converge para o bom andamento dos processos pelo autoconhecimento das características intrínsecas ao empreendimento. Conhecendo os ambientes externos e internos, a empresa sai na frente da concorrência por estar mais preparada e com processos bem definidos. Planejamento é tudo para qualquer atividade da vida!

5. Determine metas realistas e desafiadoras

Metas e objetivos são importantes em qualquer comércio. Independentemente do porte ou mercado de atuação, deve haver um planejamento muito bem pensado de quais as ambições para o empreendimento.

Um ponto de fundamental importância quando se fala de metas é o aspecto da realidade. Sabe o que isso quer dizer? Bem, uma empresa deve basear os seus projetos de crescimento conforme a realidade financeira, empresarial e produtiva do negócio.

Imagine uma situação na qual uma loja de roupas venda R$ 30,000,00 por mês. Depois de muitas conversas o empreendedor definiu a meta para o próximo mês subsequente: R$ 70,000,00. Não é preciso ser um exímio gestor para entender que essa meta está muito acima das potencialidades do comércio.

Afinal, um crescimento de mais de 100% na receita de um mês para outro é algo bem difícil de se executar. Esse exemplo foi somente para ilustrar o quanto é importante considerar as particularidades de cada negócio.

Isso porque as metas são objetivos. Ou seja, precisam ser alcançadas. Elas não são coisas fruto da imaginação ou de ilusões empresariais. Com planejamento, dedicação e empenho o caminho para o alcance de uma meta é bem menos sinuoso.

Nessa perspectiva, o seu planejamento estratégico deve englobar de forma muito bem organizada os pontos relativos ao estabelecimento de metas. Uma outra dica muito válida é sempre consultar a sua equipe e outros colaboradores para entender melhor quais os planos de crescimento.

Os maiores informantes dos resultados e pontos a serem maximizados na sua empresa são os próprios colaboradores. Dessa forma, fique sempre atento aos feedbacks e opiniões que cada trabalhador pode descrever sobre o negócio e pense sempre em como fazer a contratação de funcionários para sua empresa crescer.

6. Monte um plano de ação para atingir as metas

Muito mais importante do que definir metas, é alcançá-las. Para isso, um plano de ação precisa ser planejado e executado com maestria. Antes disso, há a necessidade de uma avaliação de qual o tipo, objetivo e característica da meta.

Isso pode ser muito válido, pois existem metas empresariais focadas na redução de custos e outras que focam no crescimento da receita. Nesse caso, pode haver um aumento do faturamento, mas também com consequente elevação dos custos.

O plano de ação precisa ser previamente discutido com os seus colaboradores. Quando for definido o melhor caminho e práticas que vão ser implementadas, há a necessidade do foco para o alcance dos resultados.

Alguns passos podem ser extremamente úteis para a criação de um plano de ação. Falaremos mais logo abaixo.

Saiba aonde quer chegar

O empreendedor, por ser um líder, deve guiar os seus colaboradores em direção aos objetivos do negócio. Então, ele deve fazer uma lista de como a sua equipe pode ajudar no alcance dos objetivos corporativos. Tudo isso deve ser feito de forma clara e informativa a fim de que todos tenham conhecimento e se engajem para os propósitos definidos.

Liste as tarefas a serem executadas

É fundamental que todas as tarefas que vão constar no seu planejamento sejam listadas. Essa prática facilita a delegação de funções e a ajuda de outros profissionais. Peça que cada colaborador coloque em sua folha de papel ou planilha qual o propósito e contribuição dele para o alcance das metas.

Divida as grandes tarefas em menores e mais gerenciáveis

Essa dica é muito válida. Isso ocorre porque muitas metas, aparentemente, parecem ser mais difíceis de serem gerenciadas e alcançadas. Por isso, sempre que for possível, procure fragmentar esses grandes blocos em alguns menores.

Essa prática ajuda a gerenciar e dá mais clareza para que os colaboradores dêem a sua contribuição. Além disso, há um princípio básico de que gerenciar atividades e processos menores é algo muito mais prático e palpável.

Não se esqueça que essa prática também faz com que reduza significativamente as chances de erros ocorrerem durante a execução.

Crie uma representação visual para o seu plano de ação

O intuito deste tópico é auxiliá-lo quanto à execução de um plano de ação de forma prática e confiável. E esse tópico aqui representa muito bem como algumas pequenas ações podem gerar grandes resultados.

A criação de uma representação visual ajuda o seu time a ficar ainda mais engajado e facilita a absorção de informações importantes do seu plano de ação. Isso ocorre porque a visualização gráfica permite identificar as tarefas com mais facilidade e os objetivos. Inclusive, fica muito mais fácil e didático observar se as metas estão sendo alcançadas ou não.

Acompanhe as ações com frequência

Por fim, com o plano estabelecido, é imprescindível que tornar o hábito de análise um hábito. Além disso, há a necessidade de cobrar dos responsáveis e demais colaboradores para que todos façam a sua parte. É exatamente disso que o plano de ação se baseia: a entrega.

Isso mesmo! Cada um contribuindo da sua forma faz com que a união alcance um resultado fantástico para a empresa e todos os envolvidos.

7. Monitore cada passo

Como já foi citado brevemente no tópico acima, há a monitoração é uma prática que não pode ficar de fora do seu planejamento estratégico.

O uso de algumas ferramentas pode ajudar na automatização desse processo e trazer mais segurança nas análises. O Enterprise Resource Planning (ERP), por exemplo, é um software que auxilia na gestão geral de toda a empresa. Ele setoriza todos os departamentos da empresa e possibilita uma visão global de diversos pontos do negócio.

Com isso, fica mais prático adotar medidas para conseguir se antecipar a novas demandas de mercado ou corrigir problemas internos do empreendimento. Além dele, há a boa e velha planilha.

Ela pode ser uma excelente ferramenta para o registro e monitoramento de informações. A atualização e análise periódica deve ser feita em comum com as planilhas. Ou seja, qualquer mudança de rumo e atualização correlacionado ao planejamento estratégico deve ser incluído nas tabelas. Não se esqueça dessa prática!

8. Conclusão

O planejamento estratégico é algo muito mais próximo da realidade do empreendedor do que ele imagina. Isso vem do fato de que muitos processos incluídos nessa análise já estão presentes no dia a dia da empresa. Entretanto, isso não é feito de forma estruturada e direcionado para o uso produtivo dos dados.

A participação da equipe é uma grande contribuição para o desenvolvimento de um plano estratégico alinhado aos princípios, potencialidades e características da empresa. Todo empreendimento é feito de pessoas. Então, procure sempre extrair o máximo possível dos seus colaboradores. Assim, toda a firma só tende a sair ganhando.

(Fonte: CDL/BH)


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Conheça as datas comemorativas de 2019 importantes para o comércio

Calendário de janeiro de 2019 com datas comemorativas

Apesar de 2019 ter menos feriados que o ano anterior, aproveitar as datas comemorativas é uma ótima alternativa para alavancar as vendas em sua loja e crescer ainda mais.

Este ano já começou com um cenário bastante positivo para a economia nacional. Novas mudanças políticas e no âmbito empresarial demonstram a força do mercado brasileiro. Afinal, após passar por uma das maiores recessões da sua história, o país está em uma fase de implementação de mudanças e correção de erros estruturais.

Pensando nisso, elaboramos este artigo com as datas comemorativas de 2019 que não podem ficar de fora do seu radar. Por isso, dê uma olhada em todo o material até o final para ficar por dentro de todas essas oportunidades. Vamos lá?

Como montar um calendário de datas comemorativas?

Essa pergunta é muito importante, pois demonstra como é necessário realizar um planejamento das datas comemorativas de 2019 a fim de extrair o máximo de oportunidades desses períodos.

O primeiro passo é realizar um mapeamento das datas que podem impactar o seu negócio. Desse modo, sobra mais tempo para realizar os ajustes necessários e traçar uma boa campanha de divulgação.

Além disso, fica muito mais fácil selecionar os dias que têm mais afinidade com o seu nicho de atuação. Para melhor entender as datas comemorativas de 2019, é necessário compreender o seu público consumidor.

Então, analisar o modelo de negócio, as oportunidades e os desejos dos clientes é uma forma inteligente de começar a ter resultados satisfatórios com as datas comemorativas. Agora que você descobriu um pouco mais do que é o planejamento desse calendário, vamos listar os principais pontos acerca dessa temática. Continue a leitura.

Dia da mulher

No dia 08/03, é comemorado o dia da internacional da mulher. Tradicionalmente, há uma grande procura por presentes nessa época. As mulheres merecem ser reconhecidas pelos seus trabalhos e contribuições que vão desde o âmbito familiar até as lutas sociais para defesa dos seus direitos.

Com isso, muitos filhos, maridos e colegas de trabalho procuram formas de demonstrar o carinho e reconhecimento pelas mulheres nessa data comemorativa. Dessa forma, os comerciantes podem direcionar os seus estoques e estratégias para atender essa demanda. Foque nisso.

Dia das mães

Outra data muito reconhecida é o dia das mães. Esse ano, ele será comemorado no dia 12/05, representando uma singela homenagem as mães de todos os lugares que sempre buscam alternativas para cuidar dos filhos e da família.

Nesse período, há uma grande procura por presentes em floriculturas, lojas de vestuário e chocolates, por exemplo.

Essa é uma data comemorativa de 2019 que os empresários não podem deixar de estruturar campanhas de vendas. Afinal, com a maior procura, é muito provável que haja uma grande curva de crescimento no comércio.

Dia dos pais

Paralelamente, há também o dia dos pais, que é uma outra excelente data para o comércio. Em 2019, a ela será comemorado no dia 11/08. Ou seja, no segundo semestre do ano, em um período estratégico para o comércio.

Um ponto a ser levado em conta é que o período entre agosto e novembro tende a não ter muitas datas comemorativas. Com isso, dezembro acaba concentrando algumas dessas datas como o natal, que registra um número de vendas bastante elevado.

Dia das crianças

O mês de outubro é bastante lembrado quando o assunto é o dia das crianças e a tradicional “semana do saco cheio”. A primeira, ocorre em 12 de outubro.

Crianças e presentes são uma combinação quase sempre certeira, não é verdade? Esse é exatamente um dos pontos vantajosos para o comércio, pois possibilita a elevação da procura de presentes para crianças como brinquedos, livros e jogos.

Natal

O Natal é reconhecidamente a data comemorativa mais importante para o comércio, tanto por parte dos consumidores quanto pelos lojistas. Alguns pontos conseguem justificar o tamanho do mercado nessa época do ano. 

Por exemplo, o pagamento do 13º salário ocorre tradicionalmente nos meses de novembro e dezembro. Ou seja, os clientes estão com mais recursos financeiros nesse período do ano e aptos a comprar produtos e lembranças para presentear.

Aliado a boas estratégias de marketing, o Natal é uma data comemorativa que deve ter um bom planejamento para conseguir atender a maior demanda. É exatamente nessa época que os empresários realizam um número maior de contratações temporárias, visando garantir a qualidade do atendimento.

É válido ressaltar que a data do natal em 2019 continua invariavelmente no dia 25 de dezembro. Lembre-se disso!

Páscoa

A páscoa em 2019 será no dia 21 de abril. Engana-se quem acha que a páscoa é uma época boa apenas para o comércio de produtos de chocolate. Há uma grande procura por outros serviços e produtos nesse período do ano.

Logicamente, alguns serviços, por exemplo buffets, têm uma maior demanda. Entretanto, outras empresas de diversos nichos de mercado podem se adaptar para conseguir prospectar mais clientes e realizar muitas vendas. Pense nisso.

Dia nacional do turismo

O turismo nacional encontra-se crescente. Um país com dimensões continentais e paisagens belíssimas só pode ter excelentes roteiros. Muitos empresários não sabem a data de comemoração do dia nacional do turismo, mas ele ocorre em 08/05.

Agências de turismo, restaurantes e hotéis são só alguns dos mercados que podem ser amplamente beneficiados com ações direcionadas a essa data.

Existe uma infinidade de prestadores de serviços e outras empresas que podem direcionar seus esforços a fim de conseguir melhores vendas com o dia nacional do turismo. Diversificação é a palavra-chave para o empreendedor que não gosta de perder nenhum tipo de oportunidade.

2019 será um ano com diversas oportunidades e vários nichos de mercado podem crescer e se consolidar. Ficar atento às datas comemorativas de 2019 já é um bom caminho para o comerciante prospectar clientes e aumentar o seu faturamento.

Conhece mais pessoas que gostariam de ter acesso a este conteúdo? Não deixe de compartilhar o material nas suas redes sociais. No Facebook, muitos amigos terão a oportunidade de ficar por dentro das datas comemorativas.

(Fonte: CDL/BH)


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Os 6 riscos financeiros mais comuns em empresas

Os 6 riscos financeiros mais comuns em empresas

Os riscos financeiros geram sustos aos empresários, não é mesmo? Mas é preciso esclarecer este conceito, afinal muitas companhias enfrentam dificuldades ou, até mesmo, vão à falência devido a problemas com as finanças. Ter uma boa gestão desses riscos é fundamental para uma marca que almeja prosperar e alavancar suas operações.

Pensando nisso, desenvolvemos este artigo com 6 riscos e as respectivas formas de evitá-los. Por isso, não perca tempo e continue a leitura até o fim para não perder nenhuma informação!

1. Inadimplência

Este problema é o calcanhar de Aquiles de muitos empreendedores. Realizar uma venda ou prestar um serviço e não recebê-lo pode tornar a operação inviável. Desse modo, medidas preventivas são as melhores práticas para evitar um alto número de clientes inadimplentes.

Mas você sabe quais estratégias podem ser adotadas para lidar com o atraso nos pagamentos? Então, veja a seguir!

Seja proativo nas cobranças

Ter um bom planejamento é fundamental para reduzir o número de possíveis clientes inadimplentes. Por isso, invista em treinamentos para sua equipe de colaboradores, com o objetivo de ter um maior controle sobre as vendas e o relacionamento devido com consumidores em atraso.

Use a educação a seu favor

É bem comum que os empresários e gestores sejam mais ríspidos com os compradores inadimplentes. Todavia, lembre-se de que o principal ativo de sua companhia são os clientes. Seja educado e tente compreender os problemas deles. Assim, fica mais fácil chegar a um acordo e receber os créditos em atraso.

Conte com boas ferramentas de análise de crédito

Vender é sempre bom, não é verdade? Mas vender com segurança e tranquilidade é bem melhor. Desse modo, não fique com dúvidas. Invista em serviços e consultorias que fazem uma análise de risco do cliente e do histórico de dívidas.

Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), por exemplo, permite visualizar diferentes dados de seu consumidor, além da verificação do Score. Por isso, estude, planeje e invista em soluções tecnológicas que possam ajudar a empresa a lidar com a inadimplência.

2. Riscos financeiros provenientes da sazonalidade

Um risco financeiro que afeta muitas companhias é a sazonalidade. Vamos dar um exemplo para facilitar sua compreensão: uma sorveteria obtém ótimas vendas no período do verão e, assim, consegue manter todos os custos do empreendimento sob controle.

No entanto, na época do inverno, as vendas têm um grande declínio. Com isso, surge o desafio: honrar os compromissos financeiros e trabalhistas com menos recursos em caixa. Percebeu como a sazonalidade impacta diretamente no faturamento de um negócio?

+ Fraude no comércio: o que você precisa saber para lidar com elas no ato!

Por isso, tenha sempre alternativas e estratégias para lidar com esse problema. Assim, seu comércio reduz significativamente os riscos financeiros advindos de tal fenômeno.

3. Falta de gestão financeira

Gestão é tudo. Portanto, ter uma desorganização nesse quesito pode ser fatal para seu negócio. Procure registrar todos os processos e atividades da companhia em softwares, afinal a tecnologia é uma grande aliada para o empreendedor.

Você já viu falar no Enterprise Resource Planning (ERP)? Essa ferramenta possibilita gerenciar todos os departamentos da empresa em um único local. Assim, decisões estratégicas podem ser tomadas — e programas de cortes de custos, implantados — de maneira mais rápida e eficaz.

Os riscos financeiros surgem, na grande maioria das vezes, devido à bagunça na organização de informações. Com isso, boletos passam a atrasar, os pagamentos de funcionários ficam desorganizados e há morosidade na execução das tarefas.

Como é possível perceber, ter uma boa gestão financeira é primordial para evitar todos esses problemas. Pense nisso!

4. Problema de liquidez

Em primeiro lugar, vamos definir o que é liquidez. Este conceito diz respeito à disponibilidade de dinheiro em caixa para honrar os pagamentos, ou seja, os custos com trabalhadores, fornecedores e outros prestadores de serviço para sua companhia.

Assim, se a empresa não dispõe de recursos para custear todos esses fatores, a operação comercial fica em risco. Mas você deve estar se perguntando: “o que fazer para ter mais liquidez em seu empreendimento?”, não é? Vamos lá.

O fator mais importante a ser levado em conta é a gestão do fluxo de caixa. Isso significa que deve haver um uso consciente e produtivo das receitas obtidas com o negócio. Mais uma vez, ter um bom planejamento é importantíssimo.

Assim, fica fácil analisar as despesas no curto e no longo prazo. E, com isso, o empreendedor consegue alocar os recursos da melhor maneira, sem prejudicar a liquidez do negócio. Fique atento a este quesito!

5. Riscos operacionais

Dentro de seu empreendimento, existem alguns setores que devem estar em perfeita harmonia para que a atividade comercial seja alavancada. Ter um bom banco de dados pode ajudar o gestor a lidar melhor com os riscos operacionais. Veja, logo abaixo, alguns exemplos de problemas que podem sacrificar seu negócio.

Fraudes internas

Ter um bom gerenciamento permite reduzir a ocorrência de fraudes internas. Colaboradores que atuam contra os princípios da companhia, extraviando produtos ou falsificando informações, são fatores perigosíssimos. Portanto, não deixe de verificar e atuar rapidamente para impedir as fraudes.

Falhas no cumprimento de prazos

Ser verdadeiro e honesto com seu cliente é fundamental. Se há atraso na entrega do produto, é bem provável que ele fique desmotivado e decepcionado com sua empresa. Então, procure sempre cumprir as datas estabelecidas, estreitando a relação consumidor-marca.

6. Falhas nos sistemas de tecnologia da informação

Os softwares e as ferramentas de TI são indispensáveis a qualquer organização. Mas, se eles não funcionam ou operam aquém de suas respectivas capacidades, é preciso rever o que está acontecendo de errado. Contar com uma equipe de colaboradores especializada em dar manutenção ou contratar uma consultoria terceirizada são ideias muito válidas.

Procure otimizar seus processos internos com um bom uso das ferramentas de TI. Assim, é possível diminuir a probabilidade de ocorrerem riscos financeiros devido a problemas estruturais de softwares e servidores.

Todo empresário quer que sua companhia prospere por muitos e muitos anos. Por isso, ter uma boa análise dos riscos financeiros e, principalmente, reduzi-los são iniciativas que podem tornar possível o sucesso da iniciativa empreendedora.

(Fonte: CDL/BH)


Palestra 22/01


 

 

Os riscos financeiros geram sustos aos empresários, não é mesmo? Mas é preciso esclarecer este conceito, afinal muitas companhias enfrentam dificuldades ou, até mesmo, vão à falência devido a problemas com as finanças. Ter uma boa gestão desses riscos é fundamental para uma marca que almeja prosperar e alavancar suas operações.

Pensando nisso, desenvolvemos este artigo com 6 riscos e as respectivas formas de evitá-los. Por isso, não perca tempo e continue a leitura até o fim para não perder nenhuma informação!

1. Inadimplência

Este problema é o calcanhar de Aquiles de muitos empreendedores. Realizar uma venda ou prestar um serviço e não recebê-lo pode tornar a operação inviável. Desse modo, medidas preventivas são as melhores práticas para evitar um alto número de clientes inadimplentes.

Mas você sabe quais estratégias podem ser adotadas para lidar com o atraso nos pagamentos? Então, veja a seguir!

Seja proativo nas cobranças

Ter um bom planejamento é fundamental para reduzir o número de possíveis clientes inadimplentes. Por isso, invista em treinamentos para sua equipe de colaboradores, com o objetivo de ter um maior controle sobre as vendas e o relacionamento devido com consumidores em atraso.

Use a educação a seu favor

É bem comum que os empresários e gestores sejam mais ríspidos com os compradores inadimplentes. Todavia, lembre-se de que o principal ativo de sua companhia são os clientes. Seja educado e tente compreender os problemas deles. Assim, fica mais fácil chegar a um acordo e receber os créditos em atraso.

Conte com boas ferramentas de análise de crédito

Vender é sempre bom, não é verdade? Mas vender com segurança e tranquilidade é bem melhor. Desse modo, não fique com dúvidas. Invista em serviços e consultorias que fazem uma análise de risco do cliente e do histórico de dívidas.

Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), por exemplo, permite visualizar diferentes dados de seu consumidor, além da verificação do Score. Por isso, estude, planeje e invista em soluções tecnológicas que possam ajudar a empresa a lidar com a inadimplência.

2. Riscos financeiros provenientes da sazonalidade

Um risco financeiro que afeta muitas companhias é a sazonalidade. Vamos dar um exemplo para facilitar sua compreensão: uma sorveteria obtém ótimas vendas no período do verão e, assim, consegue manter todos os custos do empreendimento sob controle.

No entanto, na época do inverno, as vendas têm um grande declínio. Com isso, surge o desafio: honrar os compromissos financeiros e trabalhistas com menos recursos em caixa. Percebeu como a sazonalidade impacta diretamente no faturamento de um negócio?

Por isso, tenha sempre alternativas e estratégias para lidar com esse problema. Assim, seu comércio reduz significativamente os riscos financeiros advindos de tal fenômeno.

3. Falta de gestão financeira

Gestão é tudo. Portanto, ter uma desorganização nesse quesito pode ser fatal para seu negócio. Procure registrar todos os processos e atividades da companhia em softwares, afinal a tecnologia é uma grande aliada para o empreendedor.

Você já viu falar no Enterprise Resource Planning (ERP)? Essa ferramenta possibilita gerenciar todos os departamentos da empresa em um único local. Assim, decisões estratégicas podem ser tomadas — e programas de cortes de custos, implantados — de maneira mais rápida e eficaz.

Os riscos financeiros surgem, na grande maioria das vezes, devido à bagunça na organização de informações. Com isso, boletos passam a atrasar, os pagamentos de funcionários ficam desorganizados e há morosidade na execução das tarefas.

Como é possível perceber, ter uma boa gestão financeira é primordial para evitar todos esses problemas. Pense nisso!

4. Problema de liquidez

Em primeiro lugar, vamos definir o que é liquidez. Este conceito diz respeito à disponibilidade de dinheiro em caixa para honrar os pagamentos, ou seja, os custos com trabalhadores, fornecedores e outros prestadores de serviço para sua companhia.

Assim, se a empresa não dispõe de recursos para custear todos esses fatores, a operação comercial fica em risco. Mas você deve estar se perguntando: “o que fazer para ter mais liquidez em seu empreendimento?”, não é? Vamos lá.

O fator mais importante a ser levado em conta é a gestão do fluxo de caixa. Isso significa que deve haver um uso consciente e produtivo das receitas obtidas com o negócio. Mais uma vez, ter um bom planejamento é importantíssimo.

Assim, fica fácil analisar as despesas no curto e no longo prazo. E, com isso, o empreendedor consegue alocar os recursos da melhor maneira, sem prejudicar a liquidez do negócio. Fique atento a este quesito!

5. Riscos operacionais

Dentro de seu empreendimento, existem alguns setores que devem estar em perfeita harmonia para que a atividade comercial seja alavancada. Ter um bom banco de dados pode ajudar o gestor a lidar melhor com os riscos operacionais. Veja, logo abaixo, alguns exemplos de problemas que podem sacrificar seu negócio.

Fraudes internas

Ter um bom gerenciamento permite reduzir a ocorrência de fraudes internas. Colaboradores que atuam contra os princípios da companhia, extraviando produtos ou falsificando informações, são fatores perigosíssimos. Portanto, não deixe de verificar e atuar rapidamente para impedir as fraudes.

Falhas no cumprimento de prazos

Ser verdadeiro e honesto com seu cliente é fundamental. Se há atraso na entrega do produto, é bem provável que ele fique desmotivado e decepcionado com sua empresa. Então, procure sempre cumprir as datas estabelecidas, estreitando a relação consumidor-marca.

6. Falhas nos sistemas de tecnologia da informação

Os softwares e as ferramentas de TI são indispensáveis a qualquer organização. Mas, se eles não funcionam ou operam aquém de suas respectivas capacidades, é preciso rever o que está acontecendo de errado. Contar com uma equipe de colaboradores especializada em dar manutenção ou contratar uma consultoria terceirizada são ideias muito válidas.

Procure otimizar seus processos internos com um bom uso das ferramentas de TI. Assim, é possível diminuir a probabilidade de ocorrerem riscos financeiros devido a problemas estruturais de softwares e servidores.

Todo empresário quer que sua companhia prospere por muitos e muitos anos. Por isso, ter uma boa análise dos riscos financeiros e, principalmente, reduzi-los são iniciativas que podem tornar possível o sucesso da iniciativa empreendedora.Palestra 22/01

 

Para brasileiros, novo presidente deve combater problemas na saúde, desemprego, violência e criminalidade

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66% dos entrevistados acham que nova gestão vai ampliar investimentos no combate à violência e 59% acreditam em queda do desemprego. No geral, 64% da população está otimista com posse do novo presidente

Com a posse do novo presidente da República e de sua equipe ministerial, aos poucos a população brasileira vai se inteirando sobre os temas que serão tratados como prioridade pela nova administração. Uma sondagem realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que o cidadão brasileiro está, majoritariamente, otimista com o novo governo, mas elege uma série de problemas que merecem atenção das autoridades. Na avaliação dos entrevistados, a deficiência na saúde pública (54%), o aumento da criminalidade e da violência (52%) e o desemprego (47%) deverão ser os principais problemas a serem enfrentados pelo novo presidente da República.

O ranking de preocupações é seguido pela insatisfação com a educação (43%), combate à corrupção (42%), assim como a atual crise econômica (29%). Tratado por especialistas em finanças públicas como um assunto fundamental para recolocar o país na rota do crescimento econômico, o ajuste fiscal nos gastos do governo ficou apenas na nona colocação na lista de prioridades, na opinião dos brasileiros, com 20% de citações.
Os temas menos mencionados pela população como um problema a ser resolvido foram a preservação do meio ambiente (6%), a questão da mobilidade urbana (5%) e a poluição (5%).

Para o presidente da CNDL, José César da Costa, governos novos costumam contar com a boa vontade da população e do mercado no início do mandato, mas esse voto de confiança dependerá de ações práticas e resultados rápidos. “Tanto na campanha quanto na posse, o presidente adotou um discurso forte do ponto de vista econômico, prometendo austeridade nos gastos da máquina pública e atenção especial à questão da reforma da previdência e às privatizações. O sucesso dessas empreitadas dependerá, em grande medida, da capacidade de articulação da equipe do novo presidente junto ao Congresso. Do lado do cidadão,o que se espera é que a indústria e os setores de comércio e serviços voltem a empregar, estimulando o consumo e fazendo o dinheiro circular novamente entre trabalhadores e empresários, promovendo a volta da sensação de bem-estar da população”, afirma Costa.

De modo geral, 66% dos brasileiros acreditam que haverá mais investimentos em segurança pública com a posse do novo governo, 59% têm a expectativa de que vão surgir mais oportunidades de emprego e 54% acham que haverá melhora na qualidade de ensino nas escolas públicas. Há ainda 57% de brasileiros que esperam uma diminuição dos casos de corrupção, queda da inflação (45%) e diminuição dos índices inadimplência (39%).

64% estão otimistas com novo presidente, contra apenas 13% de pessimistas

A sondagem apurou que 64% dos brasileiros estão otimistas com a mudança de governo e possuem a expectativa de que o país irá melhorar. Por outro lado, 13% estão declaradamente pessimistas com o futuro, 15% mostram-se indiferentes e 7% não souberam avaliar.

De modo geral, as principais razões para o sentimento de otimismo são o fato de o novo governo representar uma mudança ao que vinha sendo feito (70%) e a confiança de que políticos e empresários envolvidos em escândalos de corrupção continuem presos (42%). Há ainda 38% de entrevistados que nutrem esperanças na aprovação de reformas que o país precisa.

Embora haja um viés predominantemente otimista em relação ao ciclo político que se inicia, uma parte dos brasileiros teme que haja retrocessos. Entre os pessimistas, as principais alegações são de que o novo governo não dará prioridade aos anseios da população mais pobre (68%) ou de que haverá aumento da intolerância e do preconceito na sociedade (64%) e também de que as reformas necessárias para a economia não serão aprovadas (48%).
Indagados sobre os principais temores com relação ao novo governo, 40% citam o risco de perder direitos trabalhistas e previdenciários. Há ainda 39% de entrevistados que temem que o novo presidente não consiga reunir o apoio do Congresso para governar com tranquilidade e 35% que demonstram preocupação com o risco de o desemprego continuar elevado. Outra informação é que apenas 24% dos brasileiros consideram que a democracia corre perigo com o novo governo, ficando em oitavo lugar no ranking.

Para o presidente da CNDL José Cesar da Costa, os próximos gestos do governo ao apresentar diretrizes e políticas públicas serão importantes para avaliar se haverá manutenção do apoio da população ao governo. ”Além de convencer os cidadãos e os setores produtivos da economia de que o país está empenhado em iniciar um novo ciclo de desenvolvimento econômico, é importante que o novo governo esteja afinado politicamente para aprovar reformas necessárias e realistas. O sucesso econômico do governo depende da capacidade de articular suas ideias e proposições”, afirma Costa.

(Fonte: SPC Brasil)


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Fraude no comércio: o que você precisa saber para lidar com elas no ato!

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No comércio varejista, as fraudes são mais comuns do que se imagina. Não por acaso, existem estudos que mostram que, a cada 17 segundos, uma tentativa é registrada no país. No comércio eletrônico, milhares de registros são contabilizados a todo minuto. Com o crescente número, a necessidade de adoção de um plano contingencial se torna cada vez mais relevante.

No entanto, tudo isso ainda gera diversas dúvidas nos empresários, entre as quais estão: como lidar com a fraude no comércio? Como preparar os colaboradores para que eles possam contornar a situação de maneira eficaz?

Pensando nisso, preparamos este post. Assim sendo, as respostas para esses questionamentos você poderá conferir a seguir. Então, continue a leitura e saiba mais!

Como se prevenir da fraude no comércio?

A primeira atitude a ser levada em consideração é a prevenção contra as fraudes no comércio. Para isso, algumas ações são bastante eficazes e podem, inclusive, surtir efeito imediato.

Solicite dois documentos originais ao consumidor

Para se prevenir durante a venda, solicite dois documentos originais ao consumidor. Se o documento foi furtado, a pessoa em questão terá dificuldade em apresentar outro comprovante, o que dificultará a sua ação fraudulenta.

Pedir os documentos originais impede também a atividade de falsificadores, que não desejarão ser identificados. Por isso, faça a solicitação nas compras com cartão, cheque ou crediário e argumente que essa é uma ação do estabelecimento para efetuação de vendas. Lembre-se também de que, ao menos, um dos registros deve ter foto e as informações devem ter o mesmo conteúdo.

Verifique o comprovante de residência

Por meio dos dados presentes nos documentos apresentados, é possível analisar se o comprovante de residência é verdadeiro. Segundo os órgãos federais, existe uma série deles que servem como comprovação, tais como: conta de água, de luz ou de telefone, contracheque de órgão público, extrato do FGTS, carnê do IPTU, entre outros.

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Muitas vezes, o nome contido no comprovante não é da pessoa. Por isso, para evitar as fraudes, é necessário que ela apresente identidade com o nome dos pais, caso more com eles, ou do cônjuge. Isso é muito importante, pois se os fraudadores aplicarem um golpe, não desejarão ser encontrados posteriormente.

Consulte o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito)

Em caso de suspeita de fraude, é sempre importante realizar uma consulta ao SPC. Verifique se o nome da pessoa em questão encontra-se na lista de inadimplentes. Além disso, leve também em consideração se há dívidas em aberto, anotações de outros empresários etc.

Se, mesmo após a consulta, a pessoa insistir na compra, negocie o pagamento à vista, principalmente, se houver suspeitas da sua parte. Lembre-se sempre de que é melhor prevenir do que remediar.

Como reagir ao identificar uma tentativa de fraude?

Em muitas ocasiões, é possível identificar a tentativa de fraude no ato. Mas, antes de reagir sem nenhum preparo e criar uma situação desconcertante para ambas as partes, siga as dicas a seguir!

Nota falsa

Para identificar uma nota falsa, a primeira ação é olhar a marca d’água. Caso ainda tenha dúvidas de como fazer isso, basta colocar a cédula sobre uma luz ultravioleta ou conferir a faixa holográfica.

Se, desse modo, você identificar a falsidade da nota, é perfeitamente possível recusá-la e falar de maneira adequada ao portador que aquela nota é falsa. Muitas pessoas nem mesmo sabem que portam notas falsas. Por isso, vale a pena o aviso, pois o repasse pode levar à detenção de até 2 anos.

Cheque sem fundos

Se tiver suspeitas sobre um cheque sem fundos, existe uma atitude rápida que você pode tomar. No site Cheque Legal, é possível verificar a procedência física do cheque, ou seja, averiguar se ele é sustado, roubado ou se tem algum tipo de bloqueio.

Após isso, também vale a pena fazer uma checagem do nome no SPC. Assim, dá para saber se o emissor já passou cheque sem fundos outras vezes, se o nome consta como inadimplente, entre outros aspectos.

Como lidar com o fraudador no ato da ocorrência?

No ato da compra, tenha bastante atenção ao lidar com os fraudadores! Para que a situação seja resolvida da melhor maneira possível, sem trazer prejuízos para a sua empresa, é crucial seguir algumas recomendações.

Aja com calma

Identificou uma fraude? Tem certeza de que o indivíduo está fazendo, de má-fé, a entrega de uma nota falsa, por exemplo? Independentemente de a resposta ser sim ou não, aja com calma, para não denegrir a reputação do seu negócio.

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Às vezes, a situação é menos grave e a pessoa pode não ter conhecimento. Assim sendo, agir no impulso pode fazer com que a imagem da marca sofra danos, ainda mais se outros clientes estiverem no estabelecimento. Da mesma maneira, se o fraudador for identificado, é melhor não fazer alarde.

Recuse educadamente o dinheiro, o cheque ou o cartão

Se o dinheiro, o cheque ou o cartão forem suspeitos de falsificação ou roubo, a empresa pode recusar-se a receber. No entanto, isso deve ser feito de maneira educada, falando sempre com clareza sobre o problema.

Tenha todas as ferramentas antifraudes possíveis

Contar com equipamentos que verifiquem notas falsas e com softwares das próprias instituições de proteção ao crédito (como o SPC) são maneiras simples e fáceis de evitar a fraude no comércio.

As chances de que o fraudador vá ao seu estabelecimento também diminuem, visto que ele saberá da dificuldade em aplicar qualquer golpe na sua empresa. Além disso, será possível confirmar, com mais propriedade, as tentativas de fraude e, consequentemente, negar a venda quando esses casos forem identificados.

A atenção à fraude no comércio, especialmente em épocas festivas, é essencial. Isso porque os fraudadores aproveitam os momentos de grande fluxo de pessoas para aplicar os golpes. Por isso, o comerciante deve se munir de todas as ferramentas, a fim de evitar prejuízos não só financeiros, mas também para a imagem da empresa.

equipe também deve estar preparada para esse tipo de situação, pois as fraudes podem acontecer quando menos se espera. Não se esqueça de que, na fraude no comércio, o dinheiro perdido dificilmente é recuperado, tornando-se um prejuízo para o negócio.

(Fonte: CDL/BH)


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