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Semana do Brasil mobilizou o comércio e agradou os consumidores

semanabrasilllllIdealizada pela Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), a campanha Semana do Brasil foi considerada um sucesso pelos seus realizadores. As ACIP/CDL participaram da iniciativa e incentivaram o comércio de Patrocínio a participar.

Dados da Secom indicam que houve aumento de 11,3% nas vendas do varejo brasileiro em comparação com o mesmo período do ano passado.

Os segmentos que mais se destacaram durante a Semana e puxaram o crescimento das vendas foram os de cosméticos (+19,8%); móveis, eletroportáteis e lojas de departamento (+12,6%), turismo e transporte (+6,6%), vestuário e artigos esportivos (+6,1%); e supermercados e hipermercados (+4,5%).

Mais do que o aumento das vendas, o que chamou atenção foi a mobilização do setor varejista. Levantamento feito pela CNDL entre seus associados mostra um engajamento de aproximadamente 150 mil empresários.

Para o secretário especial de Comunicação Social da Presidência da República, Fábio Wajngarten, a expressiva adesão foi o diferencial da primeira edição da Semana do Brasil. “Tivemos uma resposta muito rápida do comércio no sentido de que uma ação como essa era algo que realmente faltava em setembro para alavancar vendas e a economia do varejo. Os empresários acreditaram na ideia, se engajaram e o resultado pode se tornar sustentável para os próximos anos”, analisa.

(Com Varejo SA)

 

Comércio se anima com início do pagamento do FGTS; saiba como sacar

Começa hoje, 13, o pagamento dos R$500 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A Caixa Econômica Federal depositará automaticamente para quem tem conta poupança no banco, seguindo calendário de mês de nascimento.

Com a liberação do saque do FGTS, os lojistas mineiros – e de todo o Brasil – estão animados. É esperado uma aquecimento da economia e um aumento nas vendas a partir de setembro.

A previsão do aquecimento na economia é da Caixa Econômica Federal, que já prevê uma circulação de R$ 68 milhões com o pagamento das cotas do FGTS aos trabalhadores já amanhã, e outros R$ 60 milhões até os finais dos saques, de outubro a março de 2020.

Expectativa reforçada pelo presidente da Federação das Câmaras Dirigentes Lojistas de Minas Gerais, Frank Sinatra, que também é lojista do setor calçadista.

“É um medida importante para movimentar nosso setor neste momento. Esperamos uma injeção de ânimo no setor varejista, assim como foi com a liberação do FGTS em 2016. Acreditamos que o consumidor aproveitará este dinheiro para realizar aquela compra que esteve adiando pelo momento de estagnação que tivemos”, destacou o presidente da FCDL-MG.

Calendário de Saque

Quem nasceu em janeiro, fevereiro, março e abril recebe primeiro. Os próximos a ter acesso ao saque serão os nascidos em maio, junho, julho e agosto, no dia 27 deste mês. Em seguida, no dia 9 de outubro, recebem os nascidos em setembro, outubro, novembro e dezembro.

Segundo a Caixa, cerca de 33 milhões de trabalhadores receberão o crédito automático na conta poupança. Os clientes do banco que não quiserem retirar o dinheiro têm até 30 de abril de 2020 para informar a decisão em um dos canais divulgados pela Caixa: site, Internet Banking ou aplicativo no celular.

Para aqueles que não têm conta poupança na Caixa, aberta até o dia 24 de julho de 2019, o calendário começa no dia 18 de outubro, para os nascidos em janeiro, e vai até 6 de março de 2020, para os nascidos em dezembro.

Confira calendário de pagamentos para quem não tem conta poupança na Caixa:

Tabela do PIS para não correntistas

 

*Tabela do PIS para não correntistas – Arte EBC

Saque imediato

A Medida Provisória (MP) nº 889/2019 autorizou essa nova modalidade de retirada de recursos do FGTS, chamada de Saque Imediato, válida somente esta vez. A MP permite que todos os trabalhadores, com contas ativas ou inativas do FGTS, possam sacar até R$ 500 de cada uma delas, limitado ao valor do saldo.

Prazo para o saque

Os trabalhadores poderão sacar a partir do dia indicado no calendário para início do pagamento, conforme a data de seu aniversário, até 31 de março de 2020. Não haverá direito a essa modalidade de saque nos próximos anos. Caso o trabalhador não faça o saque até essa data, o valor retornará automaticamente para a conta do FGTS, sem prejuízo da rentabilidade do período.

Saque aniversário

Outra modalidade criada pela MP nº 889/2019 é o Saque Aniversário, válida a partir do próximo ano. Os trabalhadores interessados em migrar para essa sistemática poderão comunicar a decisão à Caixa. O banco vai divulgar informações sobre como e onde optar por esse saque no dia 1º de outubro de 2019.

 

(Fonte: FCDL/MG)

 

Quase 10 milhões de brasileiros devem usar FGTS para pagar dívidas

Cartão de crédito será principal conta em atraso paga com recursos do FGTS. No geral, 45% dos beneficiários têm interesse em resgatar recursos. Apenas 19% devem aderir ao ‘saque-aniversário’, que começa em 2020

Uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que a liberação dos saques das contas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), que começam nesta sexta-feira, dia 13, deve contribuir para que muitos inadimplentes regularizem o pagamento de suas contas em atraso. Entre os beneficiários que pretendem resgatar o dinheiro, 38% têm a intenção de quitar todas ou pelo menos parte de dívidas que estão pendentes — isso significa que aproximadamente 9,7 milhões de brasileiros devem utilizar esse dinheiro extra para ‘limpar o nome’ e, assim, voltarem ao mercado de crédito.

Já um terço (33%) dos consumidores deve guardar ou investir os recursos, ao passo que 24% vão direcionar o dinheiro para cobrir despesas básicas do dia a dia e 17% realizar compras em supermercados. Há ainda 13% que pretendem realizar compras de produtos e serviços e 10% antecipar pagamento de compras que não estão em atraso como, prestações de casa, carro, crediário, cartão de crédito etc.

Entre as principais dívidas que serão pagas com o FGTS, o cartão de crédito figura como o mais citado, com 42%. Depois aparecem as contas atrasadas de telefone (20%), contas de luz (18%), água (16%), empréstimos bancários (16%) e empréstimos com parentes ou amigos (16%).

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a liberação dos saques das contas ativas e inativas do FGTS é uma medida importante para aquecer a economia, pois estimulará tanto a recuperação de crédito quanto o consumo de bens. “Esse dinheiro poderá ser utilizado nas obrigações mais urgentes do consumidor, como limpar o nome ou para necessidades do dia a dia. Livre das dívidas, o consumidor poderá retornar ao mercado de crédito, reaquecendo as vendas no varejo. Para quem não está no vermelho, a principal dica é começar uma reserva para imprevistos. Outra que pode ser válida, é aproveitar o dinheiro extra para antecipar o pagamento de contas não atrasadas, caso haja algum desconto”, analisa Pellizzaro Junior.

O FGTS é uma poupança compulsória à qual tem direito todos os trabalhadores contratados pelo regime CLT, assim como trabalhadores rurais. Mensalmente, o empregador deposita diretamente em nome do trabalhador o equivalente a 8% do seu salário.

Em 2017, quando o Governo Federal liberou os saques apenas das contas inativas, 57% dos beneficiários fizeram o resgate, sendo que 18% usaram o dinheiro para contas do dia a dia, 16% no pagamento de dívidas em atraso e 12% para realizar compras. Já 11%, guardam ou pouparam o dinheiro extra.

(Fonte: CNDL)

 

Intenção de consumo no dia dos pais é a maior do ano até o momento

O Dia dos Pais promete movimentar o comércio mineiro esta semana. A pesquisa de Intenção de Consumo, realizada pela Federação das CLDs de Minas Gerais, revelou que 48, 8% dos entrevistados pretende comprar este mês, a maior do ano até o momento, superando até o Dia das Mães, que é a segunda data de maior apelo comercial, perdendo apenas para o Natal.

A intenção de compra ainda apresentou crescimento em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2019, 12% mais consumidores devem ir às compras, aponta o estudo.

Para Vinícius Carlos, economista da FCDL-MG, o aumento acontece devido ao “apelo emocional do Dia dos Pais, que deu um novo estimulo à intenção de consumo, aliado a expectativa pelo saque de parte do FGTS, que seria liberado pelo governo. Mesmo que o Fundo de Garantia venha apenas após o período do Dia dos Pais, cabe ao lojista aproveitar esse indicador fazendo estratégias que maximizem as vendas por meio de promoções, diversidade de meios de pagamento e, principalmente, customização dos atendimentos, tornando-os mais ricos em experiências”, avaliou o economista.

Setores destaques

Dentre os consumidores que irão comprar em agosto, 26% investirá no setor de supermercados. Logo após, com 21%, está o setor de roupas, seguido pelo de calçados, com 11%. Tal movimento indica a tendência dos mineiros a comprarem produtos para presentear os pais na data.

Investimento

Apesar do movimento positivo para o comércio, a maioria da população ainda pretende economizar. A pesquisa mostra que 51,2 % deverá poupar este mês. Sendo, 55% na Poupança, 17% no Fundo de Investimento, 10% no Tesouro Direto e 7% na Capitalização.

Confira aqui todos os dados da pesquisa!

 

Uma nova era no mercado de crédito no Brasil

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Mudanças no cadastro positivo colocam o país às portas de novo momento

Na década passada, o país assistiu a um formidável avanço do crédito para pessoas físicas e jurídicas. Medido como proporção do PIB, o saldo das operações de empréstimos e financiamentos passou de 26% para 53%, mais do que dobrando num intervalo de dez anos.

Algumas mudanças institucionais ocorridas ao longo daquela década foram decisivas para o resultado. A criação do crédito consignado, em 2003, talvez seja a mais lembrada. Hoje, essa modalidade de crédito representa algo como 36% do crédito total a pessoas físicas. Como é fácil intuir, mostra baixos índices de inadimplência e taxas de juros por isso mesmo menores.

Os anos da dura recessão interromperam a trajetória de crescimento do crédito. Enredado num drama fiscal anunciado já desde os tempos de bonança, o país viu, aliás, até mais do que isso: a atividade econômica caiu no biênio 2015-16; o desemprego atingiu 13 milhões de brasileiros; e a inadimplência — o crédito não honrado — atingiu mais de 63 milhões de consumidores, segundo estimativa do SPC Brasil.

Depois de um tempo à míngua, o crédito agora ensaia uma reação. As concessões crescem, no acumulado de 12 meses, desde o último trimestre de 2017, impulsionadas pela recuperação, ainda fraca, da atividade econômica.

No prazo de alguns meses, as concessões também serão impactadas pela aprovação de mudanças no cadastro positivo. Elas representam, para o mercado de crédito, um avanço institucional sem paralelo nos últimos anos e põem o país alinhado com as melhores práticas internacionais. Já era tempo.

Pelo novo modelo, todos os consumidores passarão a integrar automaticamente o cadastro positivo. Antes, quem quisesse, optava por entrar; agora, quem não quiser, opta por sair. Desde que foi criado, em 2013, cerca de 20 milhões de pessoas físicas e jurídicas aderiram ao cadastro, o que limitou os seus efeitos. Com as novas regras, já de partida, sua base contará com 150 milhões. E o que ganharão com isso?

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Serão 150 milhões de consumidores e empresas avaliados, para fins de concessão de crédito, pelo histórico de pagamentos construído deste ano em diante —um incentivo, portanto, para as boas práticas de educação financeira.

Hoje, a avaliação somente leva em conta as informações das listas de devedores. Estima-se que cerca de 40% da população adulta esteja com o nome negativado. Destes, quantos tiveram um inadimplemento pontual? Quantos deixaram de quitar uma pendência por esquecimento? E quantos, de fato, já estão com a capacidade de solvência comprometida?

A análise baseada apenas na negativação é um bom preditivo de solvência, mas não responde tudo. A análise baseada nas informações positivas contará uma história mais completa. Em vez da foto, mostrará o filme, reduzindo a assimetria de informação, o risco de inadimplência e, por consequência, os juros aos consumidores. Com o cadastro, também será possível incluir um contingente de bons pagadores antes invisíveis ao sistema de crédito —um Brasil positivado que ninguém vê–, elevando o volume de concessões.

As mudanças no cadastro positivo colocam o país às portas de novo momento para o crédito. Prometem um impacto significativo sobre esse mercado, como ocorreu, há anos, com o avanço institucional que criou o consignado. As premissas, é claro, são aquelas de sempre: o país precisa, em paralelo, firmar um compromisso com o longo prazo e encarar as reformas que há muito posterga. E então teremos, finalmente, condições de civilizar nossa taxa de juros e democratizar o crédito, agora para valer.

Roque Pellizzaro Junior
Presidente do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e ex-presidente da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas)
Em artigo nesta segunda-feira (08/07) na Folha de S.Paulo

 

Presidente do TJMG suspende liminares sobre taxa de incêndio

O presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) derrubou as liminares que impediam a cobrança da taxa de incêndio no Estado. A decisão foi tomada com base em uma ação de suspensão dos efeitos liminares e das tutelas proferidas em mandados de segurança e ações ordinárias, ajuizada pela Advocacia-Geral do Estado de Minas Gerais (AGE-MG).

A decisão monocrática suspendeu os efeitos do Mandado de Segurança Coletivo (MS nº 5071328-29.2019.8.13.0024), além de ações anulatórias e/ou declaratórios de repetição de indébito movidas por outras entidades representativas. A taxa em questão, cobrada para a utilização potencial do serviço de extinção de incêndios, está prevista no artigo 113, inciso IV, da Lei nº. 6.763/1975, com a redação dada pela Lei nº 14.938/2003.

Em sua decisão, o presidente do TJMG entendeu que há “(…) evidente risco de grave lesão à ordem e à economia públicas, se mantidas as medidas em voga, não só por impactar fortemente o Erário estadual, assim como pela alta probabilidade de ocorrência do efeito multiplicador, em virtude do caráter atrativo que precedentes desta natureza possam exercer sobre outros contribuintes em situação idêntica ao dos autores/impetrantes.”

Na decisão, o desembargador também apontou a forte tendência de repetição de processos da mesma natureza por outros contribuintes, caso deferidas e mantidas tutelas ou liminares de idêntico teor. Esse cenário ampliaria o déficit financeiro estadual, com a estimativa de impacto, até o final do ano, de R$ 83,7 milhões, podendo superar R$ 496,8 milhões em cinco anos.

Nos termos da decisão proferida, seus efeitos prevalecerão, a princípio, até o trânsito em julgado dessas ações. Eles podem ser suspensos, caso o Supremo Tribunal Federal (STF) se pronuncie pela inconstitucionalidade material da taxa de incêndio seja por repercussão geral ou por controle concentrado de constitucionalidade.

Os recolhimentos da taxa de incêndio serão realizados com a exclusão da multa de ofício, se atenderem ao prazo de 30 dias, de acordo com o artigo 63, parágrafo 2º, da Lei 9.430/1996. Após esse período será aplicada uma multa de ofício à cobrança, conforme jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no agravo regimental (AgRg) no recurso especial (REsp) 1446073/SP nº 2014/0072665-2, e uma multa de mora, de acordo com o artigo 120, da Lei Estadual 6.763/1975.

O artigo da legislação tributária mineira diz:

Art. 120. I - Havendo espontaneidade no recolhimento do principal e dos acessórios antes da inscrição em dívida ativa, nos casos de falta de pagamento, pagamento a menor ou intempestivo da taxa, observado o disposto no § 2º deste artigo, a multa de mora será de:
a) 0,15% do valor da taxa, por dia de atraso, até o trigésimo dia;
b) 9% do valor da taxa, do trigésimo primeiro ao sexagésimo dia de atraso;
c) 12% do valor da taxa, após o sexagésimo dia de atraso.

Fonte: Fecomércio

 

Fique atento ao novo prazo para a opção pelo Simples Nacional

Os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte excluídos, em 1º de janeiro de 2018 do Simples Nacional, poderão fazer nova opção por este regime tributário, com efeitos retroativos a 1º de janeiro de 2018.

O novo prazo para a opção pelo Simples Nacional é de 30 dias, a contar de 13 de junho de 2019, conforme dispõe a Lei complementar nº 168.

É importante destacar que a escolha do regime tributário só será possível para os contribuintes que não incidam, em 1º de janeiro de 2018, nas vedações previstas na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, na forma do regulamento.

(Fonte: CDL/BH)

 

Seis em cada dez brasileiros devem ir às compras no Dia dos Namorados, mas gasto médio deve ser menor que em 2018


Expectativa é de que a data movimente R$ 12,5 bilhões; quase 99 milhões de pessoas pretendem presentear o parceiro e shoppings despontam como principal destino de compras. Tíquete médio será de R$ 127, uma queda real de 27% em relação ao ano passado

Ainda em meio a um quadro de atividade econômica desaquecida, o apetite de gastos do brasileiro este ano deve ser mais moderado ao ir às compras no Dia dos Namorados. Um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais mostra que seis em cada dez consumidores (63%) esperam presentear alguém na data, o que representa aproximadamente 98,7 milhões de pessoas — número que se mantém estável na comparação com o ano passado. Os dados também mostram que em 2018, 57% adquiriram presentes. Para este ano, a expectativa é de que sejam injetados cerca de 12,53 bilhões de reais na economia.

Em média, o consumidor planeja desembolsar R$ 126,98 com os presentes do Dia dos Namorados, ante R$ 166,87 em 2018 — uma queda de 27,5%, já descontada a inflação acumulada do período. Importante notar que 15% ainda não decidiram o valor que será gasto. Para um terço (34%) dos entrevistados, a intenção é gastar a mesma quantia do ano passado, enquanto 28% mais. Outros 17% esperam diminuir o valor gasto, principalmente as mulheres (26%). Quanto à forma de pagamento, 59% disseram que pretendem pagar a compra à vista, especialmente em dinheiro (38%) e 39% preferem parcelar.

De acordo com o levantamento, seis em cada dez (63%) consumidores garantem que comprarão um único presente, enquanto 27% pretendem adquirir dois ou mais itens. “O país ainda vive os efeitos de um quadro com altos níveis de desemprego e orçamento apertado. Embora para muitos consumidores o momento seja de conter os gastos, esta é uma data importante, em que o ato de presentear acaba sendo uma demonstração de afeto”, destaca o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

Mais da metade dos consumidores tem a percepção de que os produtos estão mais caros este ano; 76% pesquisarão preços antes de comprar

Quase seis em cada dez entrevistados (56%) têm a percepção de que os produtos estão mais caros do que no ano passado. Outros 38% acreditam que os presentes se mantiveram na mesma faixa de preço e apenas 5% acham que os produtos estão mais baratos do que em 2018. De olho no bolso, 76% dos consumidores pretendem fazer pesquisa de preço. Entre os que disseram ir em busca de melhores ofertas, 69% pretendem usar a internet como aliada, 48% pesquisarão em shoppings e 43% em lojas de rua.

O simbolismo em torno desta data comemorativa ajuda a explicar a decisão de presentear. A pesquisa constatou que 47% dos que farão compras no Dia dos Namorados consideram o ato de presentear um gesto importante, ao passo que 46% têm o costume de presentear as pessoas que gostam. Os mais lembrados na ocasião serão os cônjuges (59%) e namorados (35%).

A sondagem revela ainda que 52% pretendem ir às compras na primeira semana de junho. Já 16% deixarão para a véspera do Dia dos Namorados e 14% disseram antecipar para o mês de maio.

Roupas são o principal item de quem irá presentear e se preparar para a comemorar a data; 32% planejam fazer compras em shoppings

Este ano, o levantamento revelou que os gastos devem envolver mais do que a compra do presente. Para 63% dos entrevistados, os gastos com a aquisição de um produto ou serviço terão um motivo especial: a preparação para comemorar a data. Para isso, os itens mais mencionados foram as roupas (30%), os perfumes, cosméticos ou maquiagem (19%), a lingerie ou peça íntima (18%), os calçados (11%) e os tratamentos estéticos, como salão de beleza e barbearia, manicure, depilação (9%).

Quanto ao local de compra, os shopping centers despontam como principal destino, com 32% das citações. Em segundo lugar aparecem as lojas online (18%), seguidas das lojas de rua (11%), das lojas de departamento (11%) e dos shoppings populares (9%). Em relação aos fatores que mais influenciam a escolha do local, 55% mencionaram os preços, 48% a qualidade do produto e 41% as promoções.

Já em relação ao local onde será comemorado o Dia dos Namorados, os consumidores se dividem entre a própria casa (37%) e os restaurantes (27%). Na escolha do presente, os fatores mais levados em conta são a qualidade do produto (23%) e o perfil do presenteado (20%). Ainda segundo apontou a pesquisa, 70% acreditam que também vão receber presentes na data.

33% pretendem comprar presentes mesmo com contas em atraso, entre esses a maioria está com nome sujo

Para impressionar o parceiro, muitos consumidores não veem limites e até ignoram os compromissos financeiros já assumidos. A pesquisa mostra que três em cada dez (33%) entrevistados que pretendem comprar presentes irão às compras mesmo com contas em atraso. Entre esses, 69% estão com CPFs negativados em serviços de proteção ao crédito. Além disso, 7% deixarão de pagar alguma conta para comprar o presente da pessoa amada.

Os dados revelam ainda que 30% reconhecem gastar mais do que podem na compra de presentes para o parceiro. As justificativas para ultrapassar os limites do orçamento passam pelo desejo de agradar o cônjuge ou namorado (37%), por achar que o parceiro merece (34%) e pelo desejo de impressionar (10%). “Para os que têm contas em atraso ou estão negativados, existem outras formas de surpreender o parceiro. Fazer um esforço além da própria capacidade de pagamento pode comprometer ainda mais o orçamento. É preciso, acima de tudo, ter disciplina para conter os gastos e usar a criatividade”, orienta o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.

(Fonte: CNDL)


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Começa hoje a divulgação oficial do Cadastro Positivo, que passa a valer em 9 de julho

A partir de hoje, dia 10, TVs e rádios começam a veicular campanha obrigatória de esclarecimento sobre o novo banco de dados, que tem o SPC Brasil como um dos seus gestores. Lei entra em vigor em julho

A corrida para a implantação definitiva do Cadastro Positivo dá mais um salto nesta segunda-feira, dia 10. A partir de hoje, emissoras de rádio e TV de todo o país começam a veicular uma campanha institucional e obrigatória por lei, promovida pela Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC), com o intuito de esclarecer a população sobre como será o funcionamento do novo banco de dados, que tem o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) como um dos seus gestores. A campanha, que ficará um mês no ar, informará a todos os consumidores sobre a inclusão automática no cadastro a partir de 9 de julho e da possiblidade de cancelamento em qualquer gestor.

O pedido de exclusão do cadastrado pode ser feito a qualquer tempo e de forma gratuita. O retorno ao Cadastro Positivo é permitido mediante solicitação aos gestores dos bancos de dados também a qualquer momento e sem custo algum. As informações do histórico de pagamentos dos consumidores não poderão ser utilizadas para outras finalidades que não seja a concessão de crédito.

Cadastro Positivo deve democratizar acesso ao crédito no Brasil

Sancionada em abril, a lei do novo Cadastro Positivo determina que todos os consumidores brasileiros que possuem CPF ativo e empresas inscritas no CNPJ passem a fazer parte automaticamente do banco de dados. Diferentemente da tradicional lista de inadimplentes, o Cadastro Positivo irá trazer todo o histórico de crédito de forma consolidada, inclusive as contas que são pagas em dia, abrindo possibilidade para uma avaliação mais justa e para a redução do custo do crédito no país. Tendo o SPC Brasil como uma das instituições pioneiras na defesa do novo modelo, foram quase 16 anos de discussão no Congresso Nacional até que a lei fosse aprovada e sancionada pelo Poder Executivo.

Na avaliação do SPC Brasil, as alterações no Cadastro Positivo devem democratizar o acesso ao crédito e estimular a competição entre as empresas desse mercado, como instituições financeiras, cooperativas de crédito, fintechs e varejo. O cadastro consolida o histórico de crédito de pessoas físicas e jurídicas, por meio de bancos de dados com informações do cumprimento de obrigações financeiras, dos pagamentos de dívidas e contas de consumo, como água, luz, gás e telecomunicações. Os bancos de dados são operados por instituições autorizadas pelo Banco Central, entre as quais o SPC Brasil, braço de serviços e inovação do Sistema CNDL.

“As principais vantagens do cadastro positivo são proporcionar aos consumidores uma análise de crédito mais abrangente e assertiva, possibilitar que eles negociem melhores prazos e taxas de juros, de acordo com a análise de cada empresa, e facilitar a aprovação de empréstimos e financiamentos”, avalia Roque Pellizzaro Junior, presidente do SPC Brasil.

A proteção de dados sensíveis e o sigilo bancário permanecem preservados, como todas as demais exigências previstas no Código de Defesa do Consumidor, garantindo que as informações dos cadastrados sejam utilizadas única e exclusivamente para fins de análise de crédito. Com anos de experiência na gestão do banco de dados de inadimplentes, o SPC Brasil possui uma estrutura tecnológica certificada para operar com o Cadastro Positivo, atendendo a todos os requisitos previstos nas normativas e com o objetivo de garantir a segurança dessas informações e preservar a integridade dos dados dos consumidores cadastrados.

Consumidor receberá pontuação de crédito no novo Cadastro Positivo

Com o novo Cadastro Positivo, as informações dos pagamentos das pessoas físicas e jurídicas serão utilizadas para compor um score de crédito, ou seja, uma nota determinada a partir da análise estatística dos hábitos de pagamento, do relacionamento com o mercado e dos dados cadastrais. Para quem concede crédito, apenas o score de crédito estará visível. O histórico de hábitos de pagamentos do cadastrado só será disponibilizado mediante prévia autorização do consumidor.

No histórico de pagamentos ou na composição do score não serão incluídos elementos relacionados à origem social, etnia, saúde, informações genéticas, sexo e convicções políticas, religiosas e filosóficas. O consumidor pode acessar seu histórico de pagamentos gratuitamente pela internet em sua área logada no site do SPC Brasil (www.spcbrasil.org.br/cadastropositivo) ou por telefone, por meio do SAC 0800 887 9105. Assim que disponível, a consulta de score se dará pelos mesmos canais.

(Fonte: CNDL)


ACIP/CDL Card


 

 

Intenção de consumo entre mineiros perde força em junho

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O consumidor mineiro continua cauteloso. De acordo com levantamento de Intenção de Consumo da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Minas Gerais (FCDL-MG), apenas 32,1% dos mineiros pretendem ir às compras em junho. O restante (67,9%) possui intenção de poupar as finanças neste mês.

Os números indicam redução da intenção de consumo em relação a maio, quando 44,2% das pessoas afirmaram pretensão de ir às compras. Conforme o economista da entidade, Vinícius Carlos, esse movimento pode ser justicado pela desconfiança em relação ao cenário político e à falta de medidas concretas na economia.

“Apesar de as pessoas apostarem na economia e Minas Gerais até estar gerando empregos, o cenário ainda é incerto. Enquanto não houver uma recuperação de fato, com empregos em níveis mais elevados e medidas concretas visando à retomada da economia, continuaremos com números oprimidos”, explicou.

Em relação às pessoas que irão as compras em junho, o estudo indicou que 25% gastarão principalmente com supermercados e hipermercados. Outros 10,7% consumirão em materiais de construção, enquanto os mesmos 10,7%, em roupas.

Data comemorativa – Vinícius Carlos ressaltou que especificamente sobre a data comemorativa do Dia dos Namorados, os consumidores indicaram que presentearão principalmente com roupas, perfumes e cosméticos. Mas lembrou que nem mesmo a data foi capaz de elevar o percentual em relação aos que pretendem poupar as finanças este mês.

“As pessoas disseram que irão às compras, o que deve gerar um aumento de 2,5% a 3% nas vendas da data, mas isso não será suciente para elevar o desempenho do mês”, disse. Em relação ao tíquete médio, o economista afirmou também que ficará acanhado: entre R$ 50 e R$ 150.

Já entre os mineiros que disseram na pesquisa que pouparão seus recursos em junho, 56% afirmaram que aplicarão o dinheiro na poupança. Outros 16% destinarão a fundos de investimentos, 8% à previdência, outros 8% ao tesouro direto, 6% à compra de ações e os mesmos 6% em capitalização.

(Fonte: Diário do Comércio | Foto: Agência Minas)